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Humor

Enquanto isso… no consultório médico…


Imagem: Ilustração Patricia Madigan

O humor é um comprimido fácil de engolir, principalmente quando trata de médico, do corpo humano e de nossas tentativas frustradas de ficar saudáveis. Estas vão fazer você morrer de rir!

Vamos a elas:

Um sujeito entrou na drogaria e se dirigiu ao farmacêutico.
– Você tem alguma coisa para soluço?
Sem mais nem menos, o farmacêutico se aproximou e deu-lhe um susto.
– Ajudou? – perguntou ele. – Não sei – respondeu o homem, espantado. – Vou ter de perguntar à minha mulher. Ela está esperando lá fora no carro.

— Nancy Macmillan

Estávamos todos na sala de aula do curso de enfermagem ouvindo atentamente as explicações do médico sobre o papel da equipe numa cirurgia, quando um de meus colegas perguntou:
– Doutor, por que ao fazer uma cirurgia o médico e seus assistentes têm de usar luvas e máscaras?
O médico sarcasticamente respondeu:
– Para não serem reconhecidos nem deixarem impressões digitais.

— Nanci de Oliveira

Após examinar uma paciente, meu marido, médico, deu a receita dos remédios. Dois dias depois ela voltou e disse:
– Doutor, eu fui a todas as farmácias mas ninguém entendeu sua letra.
– Bobagem, me deixe ver a receita!
Depois de alguns minutos, meu marido, também sem entender nada, voltou-se para a paciente e, tentando disfarçar, perguntou:
– O que é mesmo que a senhora sente?

— Érica Maria Rolim

O gaúcho tem fama de ser machão

Certo dia, um precisou ir ao médico. Ao chegar ao consultório, observou que este estava cheio. Parou, então, na porta e disse:
– Eu cheguei premero!
Ficou todo mundo calado. Minutos depois, a porta do consultório se abriu, a enfermeira passou ajeitando a roupa e os cabelos. O médico meteu a cara pela porta e perguntou:
– Quem é o primeiro?
Todos olharam para o gaúcho e ninguém respondeu.
Então, meio desconfiado, este disse:
Inté nem sei, cheguemo tudo entreverado

— Schirlei Ramos Corrêa

–Acho que minha mulher está ficando surda – disse Joe ao médico.
– Procure testar a audição dela em casa e me dê uma noção da gravidade do problema antes de trazê-la para tratamento – instruiu o doutor.
Assim, naquela noite, quando sua mulher preparava o jantar, Joe se posicionou a cinco metros dela e perguntou:
– O que temos para jantar, querida?
Sem resposta. Ele se aproximou dois metros e repetiu a pergunta. Sem resposta. Então ele se pôs a um metro e meio de distância e tentou de novo, mas tampouco obteve resposta. Por fim, ficou bem junto das costas dela e insistiu:
– Meu bem, o que temos para jantar?
Ela se virou e disse:
– Pela quarta vez! Eu disse “frango”!

— Gordon Bayliss

Texto extraído do livro Rir é o melhor remédio.

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