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Humor

Flagrantes do dia a dia: riso certo


Essas são histórias comuns, que aconteceram com pessoas comuns, mas o riso é extraordinário.

Quando minha irmã me liga de Nova York sempre falamos sobre dietas e nossos progressos no emagrecimento. Há pouco tempo, enquanto conversávamos, meu
cachorro foi até o fogão e cheirou uma torta de cerejas recém-assada. Gritei para ele, brincando:
– Tire seu traseiro gordo de perto dessa torta!
Imediatamente, do outro lado da linha, escutei um garfo caindo, enquanto minha irmã perguntava, espantada:
– Como é que você sabia que eu estava comendo torta?

Joyce Diehl, EUA

Para a minha festa de formatura, eu e minha irmã escolhemos cabeleireiras diferentes para compor o visual. No dia, a dela quis saber com quem eu ia fazer o meu penteado. Sem graça, minha irmã falou que minha tia iria me arrumar, esperando, assim, acabar com a conversa. Entretanto, minha prima de 8 anos, que a acompanhava, entregou:
– Desde quando temos tia cabeleireira?

Camila Oliveira Ramos, Barueri (SP)

Fui renovar minha carteira de motorista, feliz por poder substituir a foto antiga horrorosa. Porém, depois de receber o documento novo, mal pude acreditar – a foto era pior do que a anterior!
Mostrando-a ao meu marido, comentei:
– Você acredita que é casado com uma pessoa assim?
– Ah, eu não – respondeu ele. – O cara da minha carteira é que é.

                                        Susan R. Long, EUA

A namorada do meu filho morava a apenas 20 minutos de caminhada, mas ele sempre usava o carro da família quando ia vê-la. Comentei que isso era ruim para o ambiente, já que pequenos trajetos de carro produziam muita poluição.
– Tudo bem, mãe – ele me tranquilizou. – Vou pelo caminho mais longo.

Eileen Temple, Reino Unido

 Como professora, eu explicava a algumas crianças as funções biológicas das diferentes partes do corpo humano. Quando acabei, fiz uma rápida arguição:
– Para que serve o coração? – perguntei a um menino de 6 anos.
– Para amar – ele respondeu.
– Ah, é?! E os olhos? – continuei perguntando, com um sorriso nos lábios.
O menino só olhou para mim e deu uma piscadela!

Diepa Jian, Índia

Estava na fila da lanchonete com minha filha Elizabeth, de 2 anos, que tentava dizer na sua linguagem balbuciante, quase incoerente, o que queria comer. Quando acabou de falar, uma mulher que estava logo atrás de nós se abaixou e começou um bate-papo com ela. Eu estava pronta para bancar a intérprete, mas logo percebi que a mulher compreendia perfeitamente cada palavra de minha filha. Atônita, perguntei como era capaz de entender tão bem Elizabeth, se eu mesma quebrava a cabeça.
– Fácil – respondeu –, sou garçonete em um bar.

                                Rebecca Mecham, EUA

Quando minha amiga viu um deficiente visual com um cão-guia em uma faixa de pedestres, parou o carro e acenou para eles.
– Cynthia – disse eu –, ele não pode ver você!
– Eu sei disso! – exclamou ela, indignada. – Estou acenando para o cão!

Caren Forres, EUA

Poucos dias depois de minha mãe se mudar para um apartamento novo, ela descobriu que o telefone fazia chamadas, mas não as recebia. Ligou para a companhia telefônica e foi informada que um técnico iria até lá na segunda-feira seguinte, de manhã bem cedo. Entretanto, na data marcada, até o meio-dia, ainda não aparecera ninguém. Minha mãe decidiu reclamar de novo. A justificativa que deram foi a de que pensaram que não havia ninguém em casa, pois tinham ligado cinco vezes e ninguém atendera ao telefone.

Wendy Mavromaras, Canadá

 

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