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Como fazer escolhas que reflitam nossos valores


Imagem: stevanovicigor/iStock

Astric Baumgardner tinha se acostumado à rotina da manhã. O marido, advogado de valores mobiliários, acordava todo dia empolgado para ir ao escritório; Astrid, por sua vez, tinha vontade de ficar na cama. Ela deveria adorar seu trabalho: era sócia de uma firma de advocacia em Nova York e ganhava bem. Mas não sentia o entusiasmo que via no marido; o cargo não satisfazia sua necessidade de ajudar os outros nem lhe dava um objetivo na vida.

Assim, em 2000, depois de 24 anos na área do Direito, ela largou o prestígio em nome da paixão. Após uma série de empregos, em 2008 ela obteve o certificado de orientadora pessoal e abriu a própria empresa.

Hoje, como palestrante e coordenadora de estratégias de carreira da Escola de Música da Universidade de Yale (cargo que ocupa – e adora – desde 2011), Astrid ajuda os alunos a tomar decisões tão difíceis quanto a sua. Por meio de sua história e da deles, ela descobriu que as pessoas se sentem mais realizadas quando escolhem opções alinhadas com seus valores mais profundos.

Eis como ser fiel a si mesmo

Conheça seus valores
Se pretende configurar a vida de acordo com seus ideais, é preciso saber quais são. Astrid começa suas sessões pedindo aos participantes que identifiquem numa lista os conceitos mais importantes para eles: sinceridade, estrutura, família etc. “Essas qualidades são influenciadas por nossos pais, nossa cultura e pela sociedade como um todo”, diz ela, “mas é preciso assumir nossas próprias decisões.”

Eis a parte complicada: quase todas essas qualidades são coisas que a maioria de nós acredita que deva valorizar. “Há muitos ‘temos de’”, observa Astrid. Por exemplo, sentimos que temos de cobiçar a aventura, mesmo que, na realidade, passemos o tempo livre em maratonas de seriados na Netflix. Para determinar quais princípios vão além das aspirações, ela pede aos clientes que reflitam sobre as situações que reverberam dentro deles.

Para um dos alunos de Astrid, a criatividade e o aprendizado durante a vida inteira eram fundamentais. “Ele sentia que tocar numa orquestra sufocaria esse desejo; não teria autonomia sobre o que e como tocar”, diz ela. Depois de se formar, ele iniciou uma carreira de solista e professor e se tornou diretor de um novo conjunto musical.

(…)

 

Por Luc Rinaldi

Leia a matéria na íntegra, na revista Seleções de fevereiro.

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