Mal de Alzheimer: sintomas e remédios usados no tratamento

Dossiê completo sobre esta doença degenerativa que afeta o cérebro de milhões de idosos
 

Mal de Alzheimer, doença degenerativa e mais comum em idosos

Sergio Serpa, de 44 anos, e o pai, Fredolino, 87, desconfiaram que algo estava acontecendo com o cérebro de Selma Serpa há cinco anos, numa manhã de sábado. Sergio conta que a mãe, católica fervorosa, sempre ia à missa nesse dia e, quando pai e filho esperavam que ela se aprontasse para o compromisso, Selma perguntou: “Mas hoje é dia de missa?”
Selma, então com 78 anos, repetia essa rotina há tanto tempo que era quase o hábito de uma vida. Por isso, o que aconteceu naquele dia pareceu tão estranho. “Minha mãe nunca perdia a missa”, conta Sergio. “Além disso, ela, que era excelente cozinheira, de repente começou a se esquecer de fazer o almoço. E esquecia até do mercado aonde ia quase todos os dias, e que ficava bem em frente à nossa casa.”
As diferenças intrigantes no comportamento de Selma, que sempre foi amável e começou a se tornar agressiva, fizeram Sergio e o pai procurar o médico da família. “Ele nos sugeriu consultar um médico neurologista, e foi então que soubemos: mamãe tinha doença de Alzheimer”, diz Sergio, analista judiciário do Tribunal Regional do Trabalho de Porto Alegre (RS).

Sintomas do mal de Alzheimer

Para Antônio e Neymar de Castro, de Belém (PA), os sintomas do mal de Alzheimer, doença degenerativa e fatal, tiveram início semelhante: lento e enigmático. Neymar percebeu que Antônio, então com 67 anos, ficava nervoso e vacilante ao dirigir – justo ele, que amava carros e se considerava exímio motorista desde os 18 anos. Além disso, Antônio, dono de um armazém e excelente contador, começou a errar contas simples. “Ele sempre cuidou sozinho do negócio, fazia compras e vendas, e era ótimo em matemática. De repente, passou a errar nos cálculos e, em quatro meses, o negócio faliu”, conta Neymar, que não suspeitava que o marido tivesse Alzheimer. Depois de um ano, Antônio recebeu o diagnóstico da doença.

Para Marilda de Oliveira,* 74 anos, de Novo Hamburgo (RS), a deterioração da memória está nos estágios iniciais. Ela se esquece de coisas simples, como o aniversário de parentes. “Minha mãe sempre foi ativa, administrava a casa e ajudava até quatro instituições beneficentes”, conta a filha, a administradora de empresas Ana Helena de Oliveira,* 45 anos. “As mudanças de comportamento começaram há três anos, depois da morte de papai. Minha mãe tinha personalidade forte, mas, de repente, ficou submissa, eximindo-se de decidir o que fazer ou aonde ir. Até novela ela parou de acompanhar”, relata Ana Helena. Quando se dava conta dos lapsos de memória, Marilda se irritava, e muitas vezes entrava em desespero. “Vou acabar louca, assim não quero viver”, dizia em prantos à filha.

No fim do ano passado, a dona de casa recebeu o diagnóstico de quadro inicial de doença de Alzheimer. Em maio, passou a tomar nova medicação e a freqüentar sessões de psicoterapia. “Ela está mais tranqüila, mas esquecimentos e repetições ainda existem”, avalia Ana Helena, que tem esperanças na descoberta da cura da doença.

Ao contrário de Selma Serpa e Antônio, cujos quadros de Alzheimer vêm progredindo gradativamente, o desfecho no caso de Marilda pode, de fato, ser diferente. O rápido avanço nas pesquisas promete mudança no curso implacável de destruição característico desta doença.

Pesquisas para o tratamento do mal de Alzheimer

“Não tenho dúvidas de que haverá tratamento. Acredito que entre cinco e dez anos teremos formas mais eficazes de cuidar da doença”, afirma o Dr. Paulo Caramelli, professor de Neurologia da Universidade Federal de Minas Gerais. “Há grande número de colegas fazendo pesquisas nessa área.” Caramelli coordena o Departamento de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Sociedade Brasileira de Neurologia, órgão com um departamento que estuda a doença do mal de Alzheimer. “Em dezembro, haverá a sexta reunião brasileira de pesquisadores em Alzheimer. Na reunião de 1997, por exemplo, foram apresentados 54 trabalhos. Em 2005, 152! Fizemos avanços no diagnóstico, em pesquisas moleculares e estudos com modelos animais”, comemora Caramelli.

O Dr. Paulo Bertolucci, neurologista e pesquisador da Unifesp, concorda. “Ainda temos muito pela frente, mas acredito que um dia seremos capazes de prevenir a doença”, diz. “Agora conhecemos os alvos – a patologia molecular – e estamos com o foco neles.”

No mundo todo, cientistas estão pesquisando para encontrar remédios, combinações de drogas ou até uma vacina para interromper o processo degenerativo causado pelo mal de alzheimer. Estamos testemunhando os primeiros indícios animadores na história dessa doença que, segundo estimativas obtidas a partir de dados epidemiológicos, hoje o mal de Alzheimer afeta cerca de 600 a 800 mil brasileiros. “Mas o número de casos da doença de Alzheimer no país pode chegar a 1,2 milhão”, afirma Lilian Alicke, presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAZ).

História do Mal de Alzheimer

Em 1906, o neuropatologista alemão Alois Alzheimer descreveu o que vira em Auguste D., sua paciente que acabara de falecer. Aos 51 anos, ela não conseguia mais escrever o próprio nome sem ajuda, era incapaz de cuidar da casa e tinha sinais progressivos de desorientação e deficiência das capacidades físicas e de memória, de tomada de decisão, julgamento e linguagem.

Na avaliação de Alzheimer, ela parecia prematuramente senil. Era jovem demais para ter sintomas de demência, pois o mal de Alzheimer era considerada uma etapa normal do envelhecimento. Ele chamou a doença de demência pré-senil. Os sintomas da paciente pioraram, até que ela entrou em coma. Quando morreu, aos 55 anos, Alzheimer recebeu o cérebro da mulher para pesquisa.

Ao analisar as amostras ao microscópio, três aspectos o surpreenderam. O cérebro estava atrofiado, e o tecido cerebral revelava o acúmulo de uma substância peculiar. Por último, dentro dos neurônios – os transmissores de sinais nervosos – havia emaranhados fibrosos de outra substância que parecia um cordão retorcido. Essas substâncias, que chamamos de placas neuríticas e emaranhados neurofibrilares, constituem os aspectos essenciais para distinguir a doença de Alzheimer de outros distúrbios neurológicos.

Por mais de 50 anos, no entanto, os sintomas da doença eram considerados parte do envelhecimento. Só caracterizavam patologia em pessoas que os apresentavam antes dos 65 anos. Também eram semelhantes aos da aterosclerose dos vasos sanguíneos cerebrais. “Daí a expressão ‘esclerosado’”, lembra o Dr. João Senger, geriatra e professor de pós-graduação em Geriatria da PUC do Rio Grande do Sul.

Durante a década de 1960, os cientistas perceberam que o excesso de placas e emaranhados não era normal nem nos idosos, e que um processo degenerativo estava ocorrendo.

Nem todas as formas de demência são doença de Alzheimer, observa o Dr. Bertolucci. Todos os casos de Alzheimer mostram o acúmulo das duas substâncias. Nas últimas duas décadas, a atenção voltou-se para elas.

O envelhecimento continua a ser o maior fator de risco: acima dos 65 anos, 1 em cada 20 pessoas desenvolve a doença; e 1 em 4, acima dos 85. Um fator de risco para o início precoce é o histórico genético familiar. Os fatores de risco para o surgimento tardio incluem hipertensão arterial, acidente vascular cerebral (AVC), doenças cardíacas, diabete, traumatismo craniano e ser do sexo feminino.

Mal de Alzheimer: um quebra-cabeça da ciência

O processo de esclarecimento dos mecanismos da doença de Alzheimer pode ser comparado a pesquisadores lutando para montar um gigantesco e complexo quebra-cabeça. As primeiras peças do jogo, a natureza placas neuríticas e emaranhados neurofibrilares descobertos nos anos 1980, são as margens em torno da figura. As descobertas genéticas subseqüentes começaram a preencher o meio. Em cada avanço, a atenção voltou-se ao encaixe da peça seguinte do quebra-cabeça, pois ela se ligava às outras já no lugar. Quanto mais visível vai se tornando o quadro, mais rápido as peças que faltam podem ser encaixadas.

A primeira grande descoberta, feita por uma equipe americana em 1984, foi que as placas consistiam principalmente em fragmentos agrupados da proteína beta-amilóide. Outra equipe americana decodificou em 1986 a estrutura molecular dos emaranhados neurofibrilares e descobriu tratar-se da proteína tau.

A decodificação da estrutura das proteínas preparou o caminho para a descoberta dos vários genes que compunham a matriz dessas proteínas tóxicas. Ao mapear o DNA de famílias em que a doença teve início precoce, os pesquisadores descobriram vários genes. Uma equipe liderada pela Alemanha descobriu o primeiro gene associado em 1991. Em 1995, uma equipe da Universidade de Toronto encontrou outros dois genes importantes.

Mutações em quaisquer desses genes estão ligadas à doença de Alzheimer de início precoce. Visto que nem todas as famílias afetadas têm mutações nesses genes conhecidos, “isso sugere que mais genes ainda estão para ser revelados”, diz Caramelli. Além disso, os cientistas descobriram em 1993 um gene chamado Apo-E4, que aumenta o risco de desenvolvimento tardio da doença de Alzheimer. Outros achados genéticos em relação à proteína tau e sua criação esclareceram seu papel na doença de Mal de Alzheimer e em outros tipos de demência.

Mal de Alzheimer: pesquisas realizadas em animais

A descoberta dos primeiros genes possibilitou aos pesquisadores criar um modelo animal para a doença. Durante décadas, a pesquisa da doença do Mal de Alzheimer sofreu limitações porque apenas seres humanos a desenvolvem, e é difícil, e por vezes antiético, realizar pesquisas com humanos. Ao transferir os genes para camundongos, as placas de amilóides puderam ser agrupadas no cérebro dos animais, facilitando os experimentos – e acelerando as descobertas.

Por volta de 1997, algumas drogas foram surgindo – primeiro o Donepezil, depois a Rivastigmina e a Galantamina. Chamados de inibidores da colinesterase, aumentam a disponibilidade de acetilcolina, substância importante na transmissão dos impulsos nervosos. Mais recentemente, outro medicamento se tornou disponível: a Memantina. “Esses remédios melhoram os sintomas da doença, mas não a curam. Ela é uma doença crônico-degenerativa, que segue seu curso. As drogas, no entanto, retardam a progressão”, diz Senger. Depois de seis meses de tratamento, a doença pode ficar estável por um período que varia de seis meses a dois anos.

Duas décadas de pesquisas criaram um quadro da doença de Alzheimer chamado de “hipótese de cascata do amilóide”, que quer dizer mais ou menos isto: todos temos essa proteína no cérebro, normalmente liberada e descartada. Mas algum desencadeador, combinado com o envelhecimento, incita uma mudança – mutação genética, talvez, um vírus, traumatismo na cabeça ou lesão cerebral sutil causada por infarto ou AVC. De repente, uma quantidade excessiva de amilóide tóxica é produzida ou não é eliminada com rapidez suficiente. Isso acarreta acúmulo de placas amilóide nos neurônios. Uma alteração degenerativa da proteína tau também ocorre. Como resultado, o transporte de nutrientes é impedido, e as células nervosas morrem.

A princípio, a transmissão dos impulsos no cérebro é interrompida, prejudicando o armazenamento e a recuperação da memória – e, nesse estágio, medicamentos, como inibidores da colinesterase, podem ajudar. Conforme mais amilóides e proteínas tau degeneradas se depositam, mais neurônios morrem, o cérebro se torna inflamado, os tecidos atrofiam e, por fim, toda a rede neural pára de funcionar. O processo provavelmente leva anos para se desenvolver, começando muito antes de os sintomas aparecerem.

“Se conseguirmos interromper o acúmulo de amilóides poderemos parar a doença”, diz Bertolucci.

Remédios para o Mal de Alzheimer

Pesquisadores descobriram mais de 30 compostos diferentes que podem interromper, retardar ou impedir o acúmulo de placas amilóides em camundongos, ou ainda acelerar sua liberação.

“Não sabemos se algum deles fará o mesmo em seres humanos”, diz o Dr. Paul Fraser, professor de biofísica médica da Universidade de Toronto, que fez parte da equipe que anunciou um novo agente promissor em junho de 2006. Um composto chamado ciclohexanehexol, ou AZD-103, interrompeu o acúmulo de beta-amilóide em camundongos e reduziu os sintomas.

Os compostos estão na Fase I dos testes clínicos. Outros estão na Fase II. Nela, a eficácia do tratamento é testada em grupos de 100 a 300 pessoas. Depois, se ele ainda for promissor, avançará para ensaios clínicos de Fase III em até 3 mil pacientes com grupos de controle. Nem os pacientes nem os médicos pesquisadores terão conhecimento de quem estará recebendo o tratamento até o fim do estudo.

“Existem muitas drogas em fase de investigação, que, para se mostrarem úteis, necessitam de tempo de estudo. Uma medicação leva, em média, dez anos, desde o início da pesquisa até estar disponível na farmácia”, lembra o Dr. Senger.

Quanto mais cedo a doença for diagnosticada, melhor

Os resultados podem não vir cedo o bastante para Carlos Souza,* de 71 anos, militar aposentado do Rio de Janeiro, e sua mulher, Neuza Souza,* de 66. Carlos recebeu o diagnóstico de Alzheimer em 2002, poucos meses depois que os primeiros sintomas de confusão e esquecimento surgiram.
“Eu sempre fui muito organizado, mas de repente não sabia onde colocava nada. Sempre fui muito bom em esportes, principalmente tiro, mas já não conseguia praticar”, diz Carlos. Certa noite, sua mulher escreveu uma carta-desabafo na qual descrevia todo o processo estranho e perturbador que acometia o marido, além das dificuldades e do estresse relacionado aos cuidados com ele. “É um grande sofrimento. Não sei o que é pior, se perder o marido de uma vez ou ir perdendo aos poucos para a doença.”

Eles têm uma importante mensagem para outras pessoas que apresentem sintomas iniciais de Alzheimer: “Não protele! Obter um diagnóstico imediato e falar abertamente sobre a doença é muito, muito importante”, aconselha Neuza.

Como os dois procuraram ajuda médica especializada logo no surgimento dos sintomas, Carlos hoje se sente muito bem. “O meu médico diz que estou assim porque me trato desde o início. Acho que tenho apenas dois neurônios, mas meu cérebro ainda funciona. Estou sempre lendo e forçando minha mente”, brinca ele.

Neymar de Castro concorda: “No início, até por um mecanismo de defesa, quem sofre de Alzheimer não admite que tem a doença. Antônio até se recusava a reconhecer os sintomas, apesar de ser uma pessoa dócil. Mas isso só retarda a obtenção de ajuda.”

Com o surgimento dos primeiros tratamentos potencialmente eficazes, que envolvem um grande número de novos remédios em ensaios clínicos, agora, mais do que nunca, é o momento de encarar a doença.

Tipos de demência e doenças mentais

A doença de Alzheimer responde por 64% dos casos de demência. Mas outros males também podem causar confusão mental, perda de memória ou deterioração física.

“O diagnóstico correto é importante porque certos tipos de demência são reversíveis ou tratáveis”, diz a Dra. Márcia Chaves, neurologista com especialidade em doença de Alzheimer. Hoje, a disponibilidade de medicamentos que podem estabilizar os sintomas e outras drogas ainda em fase de teste tornam fundamental o diagnóstico correto nos estágios iniciais de doenças mentais. “Antigamente, o médico só podia fornecer apoio social e clínico”, diz a Dra. Márcia.

Em comparação com outros tipos de demência, a doença de Alzheimer apresenta um grupo de sintomas de progressão gradativa que, com uma história clínica detalhada do paciente, exames cognitivos e de imagem, fornece um diagnóstico preciso “80% a 90% das vezes”, diz ela.

Ao contrário da doença de Alzheimer, as demências causadas por infecção ou interação medicamentosa (uso de dois ou mais medicamentos que atuam entre si) têm sintomas que surgem de repente, do dia para a noite.

Diferentes tipos de demência

Demência vascular

A mais comum depois da doença de Alzheimer, é causada por episódios únicos ou múltiplos de acidente vascular cerebral (AVC) e pode existir só ou combinada com Alzheimer. O início pode ser súbito ou gradual. Tabagismo, obesidade, diabete e hipertensão arterial são fatores de risco. O tratamento consiste em reduzir os fatores de risco e usar a medicação para melhorar o fluxo sanguíneo para o cérebro. Drogas como o Eranz têm demonstrado eficácia.

Doenças do príon

Proteínas anormais que podem ser transmitidas pela pele, os príons são responsáveis por doenças raras como a de Creutzfeldt-Jakob (DCJ). A DCJ é uma forma de demência de progressão rápida que apresenta quatro formas: esporádica, surgindo em pessoas com 45 anos ou mais, sem fatores de risco; em famílias com mutação genética no príon; a partir da exposição ao tecido infectado pela doença; e pela ingestão de carne contaminada pela doença da vaca louca.

Demência com corpos de Lewy

Como as placas na doença de Alzheimer, os corpos de Lewy são estruturas incomuns, cheias de proteína, localizadas no cérebro e que acarretam a morte de alguns neurônios e a lesão de outros. Esta demência pode coexistir com as doenças de Alzheimer e de Parkinson e apresenta sintomas de ambas. A causa não é conhecida. Não há cura.

Demência frontotemporal (doença de Pick)

A doença de Pick afeta os lobos frontal e temporal do cérebro. Os sintomas surgem mais freqüentemente em pessoas com 50 a 60 anos e incluem alteração súbita do comportamento e problemas da fala, mas a memória parece ser poupada no início. Confusão e demência pioram com a progressão da doença. Causas e fatores de risco são desconhecidos. Não há cura.

10 sinais do Mal de Alzheimer

É mesmo doença de Alzheimer ou apenas sinal de “velhice”?

Enquanto todos temos lapsos de memória esporádicos – esquecemos de servir a sobremesa, somos incapazes de lembrar o nome de alguém, nos esquecemos do que tínhamos de fazer ao entrar em um cômodo da casa –, os sintomas da doença do Mal de Alzheimer são mais freqüentes e graves. A Academia Brasileira de Neurologia lista dez sinais preocupantes:

  1. Perda de memória que afeta o dia-a-dia, principalmente ao esquecer eventos recentes.
  2. Dificuldade de realizar tarefas domésticas que você fez a vida toda, como preparar uma refeição.
  3. Problemas de linguagem, como esquecer palavras simples com freqüência ou fazer substituições inadequadas.
  4. Desorientação quanto ao tempo e ao espaço – perder-se na própria rua onde mora.
  5. Poder de análise comprometido, como escolher mal a própria roupa.
  6. Problemas com o pensamento abstrato, como ser incapaz de reconhecer o que significam os números em um talão de cheques.
  7. Colocar objetos em lugares errados, como um ferro de passar dentro da geladeira.
  8. Uma combinação de comportamentos ou alterações de humor como ir de um estado de calma às lágrimas e depois ter um comportamento agressivo sem razão aparente.
  9. Alterações de personalidade, como se tornar introspectivo, desconfiado, medroso ou fora dos padrões sociais normais.
  10. Perda de iniciativa, tornando-se muito passivo e exigindo incentivos ou “deixas” para se envolver nas tarefas.

Conheça mais sobre doenças que causam perda da memória, como Mal de Parkinson, Amnésia, Aterosclerose e outras.

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