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Saúde

O ciclo da vida


Imagem: NataliaDeriabina/iStock

A necessidade de reprodução está entre os impulsos mais fortes na vida do reino animal. Da adolescência à velhice, para homens e mulheres, a saúde reprodutiva e sexual é vital tanto para a aptidão física quanto para a capacidade mental.

O estresse e a tensão do dia a dia podem, frequentemente, ter um impacto negativo no quarto. Há muitas estratégias, porém, para manter a vida sexual ativa e saudável sem recorrer a medicamentos. E, caso você tenha uma boa saúde geral, não há motivo para não continuar desfrutando do sexo ao longo da vida e por muito tempo.

Resolva suas finanças

Um estudo de 2011 com casais britânicos revelou que a ansiedade com as finanças, o aumento das horas de trabalho e o estresse do malabarismo entre trabalho e filhos foram citados como razões para praticar menos sexo. As preocupações com dinheiro foram especificamente significativas na redução da libido masculina. Equilibrar as finanças – e as prioridades – pode impulsionar sua vida sexual.

Apimente sua vida sexual

Afrodisíacos foram usados durante séculos para incrementar o apetite e o prazer sexuais, sem prova científica de sua eficácia. Agora, alguns começam a passar no escrutínio das pesquisas do século XXI:

★ Café
Uma xícara de café não apenas desperta como também aumenta os níveis de dopamina, o neurotransmissor que está associado aos sistemas de prazer no cérebro. Também amplia o prazer sexual ao aumentar o fluxo sanguíneo, essencial para levar homens e mulheres ao orgasmo.

★ Ginseng
Há relatos de que a raiz de ginseng, um dos afrodisíacos mais antigos, melhora a função erétil. Peça opinião ao seu médico antes de tentar usá-lo.

★ Açafrão
Supostamente usado por Cleópatra no banho, essa é a especiaria mais cara do mundo. Adicionada à comida, supostamente ajuda na disfunção erétil (DE) e pode impulsionar os níveis de estrogênio nas mulheres.

★ Ginkgo biloba
Entre os efeitos dessa antiga espécie de árvore usada por fitoterapeutas está a melhora da circulação sanguínea. Esse efeito pode aumentar o fluxo de sangue para o pênis, o que pode ajudar a combater a disfunção erétil. Mas cuidado com os possíveis efeitos colaterais (diarreia ou irritabilidade).

Mudou o medicamento?

A falha em atingir uma ereção (disfunção erétil ou DE) afeta um em dez homens no Reino Unido, e os mais vulneráveis são aqueles acima dos 50 anos. Essa condição em geral é um efeito colateral de medicamentos prescritos que interferem com os sinais nervosos para o pênis. Os culpados mais importantes são os betabloqueadores, usados para tratar problemas cardíacos e hipertensão arterial; os anti-histamínicos, para alergias; e os antidepressivos. Se você estiver sofrendo de DE e suspeitar que um medicamento possa ser a causa, pergunte ao médico se uma medicação alternativa, que não tenha esse efeito colateral, pode ser apropriada.

Não se preocupe com o coração

Para a maioria das pessoas, ter um orgasmo não é mais suscetível de causar um ataque cardíaco do que uma subida rápida de alguns lances de escada. Então tente não se preocupar demais em fazer sexo caso tenha uma condição cardíaca. O que é mais importante é estar em forma e ativo, para que possa fazer facilmente atividades extenuantes de todos os tipos – dentro e fora do quarto. E também há evidências de que o sexo regular pode beneficiar a saúde do coração.

Acredite se quiser!

O hormônio do amor ajuda a disfunção erétil
Cientistas americanos estão investigando o potencial do hormônio ocitocina para combater problemas de ereção nos homens. O “hormônio do amor” é liberado por homens e mulheres durante o ato sexual e pelas mães no parto e na amamentação, e parece importante em promover sentimentos de afeto.

 

Texto extraído do livro Os segredos de saúde mais bem guardados do mundo.

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