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Publicado em: 4 de setembro de 2021

Coisas que eu aprendi em 29 anos

Tive vários insights, mas sigo sem saber escolher vinho.

Imagem: Ralf Geithe/iStock

Quarta-feira é meu aniversário de 29 anos.

O bom é que ainda me pedem carteirinha pra entrar nos lugares.

Quando podia entrar em lugares fechados, no caso.

Isso significa que eu poderia estar atuando em Detetives do Prédio Azul e ser uma criança disfarçada.

Algumas coisas interessantes eu aprendi nesse último ano e queria compartilhar com você

Não se envergonhe de se emocionar com coisas simples

Eu me emociono desde um nascimento, um casamento, até um pôr-do-sol. São coisas que fazem meu olho lacrimejar e eu sempre dou a desculpa que é vontade de espirrar. Mas, no fundo, é só o meu coração quentinho. Tem como se envergonhar?

Quem tem a mesma sintonia que você, nunca vai achar seu amor ruim

Parei com essa coisa de me declarar. Me declaro pra muita gente, hoje em dia só quem me merece (e nem tanto) é o Imposto de Renda. Mas, nesse ano, aprendi que quem gosta de você do seu jeito nunca vai julgar seu posicionamento, seja ele se declarar amorosamente ou preferir a bala Fini sem açúcar.

Não tem problema desistir de certos amores e amizades

Não dá pra lutar pra sempre por pessoas que não são recíprocas. Mesmo aquelas que você mantém porque passam de 20 anos. Onde não há respeito, não há durabilidade.

Aprender a ser só é um caminho sem volta

Quando você percebe que sozinho você ainda pode fazer tudo que você faz com alguém, tudo muda. Assistir sua série, ouvir sua música, seu filme. E, claro, comer um balde inteiro de pipoca sozinha

Ninguém se importa tanto assim

Se antes de fazer alguma coisa, você se importa com o que os outros vão pensar, entenda que ninguém se importa tanto assim. Se você paga um rodízio sozinha, ninguém vai ligar tanto assim. E, se ligar, e só encaminhar um boleto pra pessoa.

Sigo crescendo e aprendendo muito, e ainda assim fazendo escolhas erradas. Espero que até os 30 eu saiba melhor por qual caminho seguir.

E troque o corredor de chocolate pelo de vinho.

Marina Estevão
Marina Estevão
Formada em Jornalismo pela PUC-RJ, sua paixão é escrever sobre o que vive, o que vê e o que sente. Afinal, toda história tem vários lados, o que muda é a forma de contá-la – sempre de bom humor.

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