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Publicado em: 3 de novembro de 2019

O dia em que (quase) fui abduzida…

Minha atração pelo OVNI era tanta que até hoje me assusta pensar que, se me tivessem abduzido, eu teria ido feliz

Imagem: EgudinKa/iStock

Vou contar um segredo: eu já vi disco voador. Um objeto brilhante metálico, meio prata e laranja, navegando num céu claro e límpido em plena tarde de sol, com um estranho movimento errático. Veio do nada e eu num impulso, fui olhar e vi.  Uau!

De repente ele parou e ficou assim parado, sem que eu possa calcular latitude ou longitude, em cima da minha cabeça.

Toda vez que contei pra alguém virou polêmica. Precisei garantir que não sou influenciável, não estava bêbada, drogada ou sob efeito de tarja preta. Nem tava procurando alguma coisa no céu, simplesmente aconteceu: olhei e vi o objeto brilhante. E não havia nenhuma nuvem em volta pra me confundir.

As reações das pessoas quando conto essa história são controversas, por isso nunca disse pra muita gente. Algumas me olham com desconfiança, ou me ridicularizam, outras apelam pro Velho Testamento ou acham que sou emocionalmente instável, todos sabem infinitas teorias sobre OVNIs e acabam falando de alguma série de TV, muito mais interessante que a minha história. Mas sinto que a maioria não acredita em mim.

Essa não é uma questão de acreditar ou não.

É uma questão de lógica: no nosso universo existem mais de dois trilhões de galáxias, sete mil sextilhões de estrelas, e por aí ainda existem infinitos universos, com possibilidades de trilhões de planetas habitáveis. Será que só a Terra tem esse curioso privilégio de ter gente? Não parece no mínimo um megaegocentrismo?  Além de que seria um incalculável desperdício de espaço útil.

Enfim, deixando de lado essa visão mais abrangente e voltando pro instante em que eu estava lá, chegando em casa depois um dia de filmagem, ao lado do meu maquiador, quando aconteceu.  Vimos a tal nave espacial e ele teve uma crise histérica. Eu tirei meu blazer amarelo e comecei a acenar efusiva pro tal objeto na esperança de um contato.

Ele, temendo que eu fosse abduzida, chorando, repetia aos gritos: “Você não pode ir, a gente tem filmagem amanhã”…

Minha atração pelo OVNI era tanta que até hoje me assusta pensar que, se me tivessem abduzido, eu teria ido feliz. Naquele momento surreal, eu não pensei em consequências. Queria ir, me deixar levar, seduzida pela luz brilhante e a possibilidade de uma aventura extraordinária. E continuei pulando e acenando, pra desespero do meu amigo.

Mas os ETs não se interessaram pelo meu entusiasmo e de repente a nave, com seu imenso feixe de luz, sumiu sem fazer nenhum movimento. Desapareceu no céu no mesmo ponto onde estava parada.

Na maior excitação, eu queria me certificar do que vimos.

Cada um de nós fez desenho e os desenhos eram iguais.

Não foi um delírio. Fomos correndo contar e todos em casa nos atropelavam com perguntas.

Brinquei com alguns amigos dizendo que minha abdução, na verdade, teria sido um resgate. 

Desde esse dia passei a ler e estudar tudo o que aparece sobre OVNIs no mundo. Fatos bizarros e fatos incontestáveis.  Existem tantos mistérios nesse nosso pequeno planeta azul, a começar pela origem da vida.

Há poucas semanas a Marinha norte-americana disse pro mundo que viu objetos voadores não identificados, agora acho que eu também posso dizer e ganhar credibilidade.

E você, já viu disco voador?

@brunalombardioficial
redefelicidade.com

Bruna Lombardi
Bruna Lombardi
Atriz, poeta, escritora, apresentadora, roteirista, produtora, palestrante e ativista ambiental. Publicou 10 livros e é referência no tema “Felicidade”. Criou a Rede Felicidade, uma plataforma digital que compartilha experiências que inspiram e motivam as pessoas a viver mais felizes e realizadas.

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