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Publicado em: 2 de janeiro de 2021

Sem resoluções para 2021

Para esse ano, nada de conquistas que envolvam dinheiro. A gente quer é saúde mental.

Sem resoluções para 2021 Imagem: phototechno/iStock

Não, não são “100 resoluções para 2021”.

Eu não teria tanta pretensão assim.

Ano passado, eu escrevi minhas resoluções de ano.

Seria um ano difícil pra mim de todo o jeito.

Mas aí Deus foi lá e colocou 2020 como a fase mais difícil de passar do videogame.

Aquela fase que dá um tremelique na espinha antes de começar.

E surpreendentemente eu passei de ano tendo certeza que tive anos piores.

Resumidamente, 2020 foi um sorvete que eu dei as primeiras três lambidas e depois ele caiu no chão.

Enfim.

Em 2021, não farei resoluções.

Por motivos óbvios.

Ano passado, escrevi “bike”, “patins” “viajar”.

Bike só foi ergométrica.

Patins eu não consegui andar por causa da rua fechada.

Viajar eu nem preciso comentar.

Então, essas coisas que compram com dinheiro e piriri pororó eu nem vou mentalizar.

Mentalizo, para este ano, boas noites de sono.

Menos ansiedades.

Deixar minhas contas do MEI em dia.

Que eu consiga cortar minhas unhas com mais frequência.

Me perdoe a cada dia e me dê beijinhos pra lembrar que sou especial.

Queria parar de usar máscara, mas se não der, beleza.

Quero cuidar mais da saúde, sem paranoias.

E fazer o que eu amo de verdade.

O resto é o resto.

Sem resoluções a vida fica mais leve, menos preocupante e mais brilhosa.

E vamos viver porque a vida é um sopro com gotas de vela de aniversário.

Desejo dizer que eu amo quem eu amar.

Ignorar quem não me trouxer coisas boas.

Saber o meu real valor.

Quero ter resoluções no sentido de enxergar melhor as oportunidades.

E agarrá-las com o laço da Mulher Maravilha.

Feliz 2021!

Com leveza, paz de espírito e esperança no coração.

E sem pretensões grandiosas.

Afinal, a única coisa que sobrou de grandiosa de 2020 foi o chocottone.

E vou atacar.

Marina Estevão
Marina Estevão
Formada em Jornalismo pela PUC-RJ, sua paixão é escrever sobre o que vive, o que vê e o que sente. Afinal, toda história tem vários lados, o que muda é a forma de contá-la – sempre de bom humor.

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