Histórias divertidas para qualquer dia da semana, mas como hoje é sábado, relaxe e ria com os amigos sem preocupações.

Meu marido estava abaixado para amarrar os sapatos do nosso filho de 3 anos. Foi quando notei que Ben olhava para a cabeça do pai. Delicadamente, Ben tocou na área onde o cabelo rareava e disse, com a voz preocupada:
– Papai, você está com um buraco na cabeça. Isso dói?
Após uma pausa, ouvi meu marido murmurar:
– Não fisicamente.

— LAURIE GERHARDSTEIN

Eu ia completar 40 anos e resolvi comemorar realizando um antigo sonho de praticar sky-diving. Antes do salto, minha mãe e eu passamos o dia em uma festa na praça, onde topamos com dois de meus primos. Eles perguntaram sobre meu aniversário que se aproximava e, quando lhes contei sobre o salto de 3 mil metros de altura, notei que ficaram intrigados. Finalmente, um deles comentou:
– Por que você não opera os seios, como todo mundo?

— BARBARA BIANCO

Um dia, precisei dormir na casa do senhor do qual eu cuido, pois o rapaz que lhe fazia companhia à noite estava de folga. Na manhã seguinte, quando andávamos pela rua, ele tirou dez reais do bolso e disse:
– Isto é por você ter dormido comigo.
Ao ver duas beatas numa fila nos olhando espantadas, tentei amenizar a situação dizendo que não precisava, que sua filha me pagaria mais tarde.
Mas ele continuou:
– Pegue, pois você dormiu comigo, não com a minha filha.

— VANILDA DE BARROS

Meu pai, com 93 anos, não desejava nada mais do que o estritamente necessário. No outono passado, minha cunhada, querendo uma ajuda para a escolha de um presente de aniversário ade quado para ele, perguntou:
– O que você vai querer de aniversário este ano?
– Nada – respondeu ele.
– Ora – brincou ela –, foi isso que nós lhe demos ano passado.
– Pois bem – respondeu ele –, eu ainda estou usando.

— L.M. COUILLARD

Minha audição piorou e acabei diante de um dilema: comprar um barco, e desfrutá-lo o verão inteiro, ou adquirir um aparelho auditivo. A escolha foi óbvia – pelo menos para mim. Minhas irmãs, porém, não aprovaram o barco. Certo dia, durante o almoço, eu estava com dificuldade de acompanhar a conversa. Por fim, cheguei perto de uma de minhas irmãs e perguntei o que disseram.
– Que você devia ter trazido seu barco – respondeu ela.

— BETTY JO HENDRICK

Meu nome é pouco comum, mas havia um outro Epaminondas na cidade, também advogado. Era apenas um pouco mais velho do que eu, mas muita gente fazia confusão. Quando meu caro colega adoeceu e morreu, fui a seu velório. Na fila para lhe prestar homenagem, encontrei o Seu Geraldo, motorista de táxi. Quando ele se virou, nos cumprimentamos e ele disse:
– Doutor, vim me despedir do senhor.

— EPAMINONDAS NOGUEIRA

Enquanto isso…

Como professor universitário, eu dava aulas durante o dia e fazia pesquisa à noite. Quase sempre encerrava o trabalho por volta das nove, para me dedicar ao Warcraft, um jogo de estratégia de que eu participava contra um time on-line. Certa noite, fiz dupla com um veterano estrategista. Com ele no comando, nossas tropas esmagaram um adversário depois do outro e, após seis partidas, estávamos invictos. De repente, meu destemido líder informou que sua mãe queria que ele fosse dormir.
– Quantos anos você tem? – digitei.
– Doze – respondeu ele. – E você?
Sentindo o meu rosto enrubescer, respondi:
– Oito.

— TODD SAYRE, Ph.D.

Como preparadora-assistente de atletismo numa escola do ensino médio, registrei os resultados de cada prova e fiz cópias para todos os preparadores. Como nosso galpão não tem eletricidade, tive de usar mimeógrafo. Uma atleta da equipe de calouros se ofereceu para ajudar, e lhe mostrei de que lado colocar a parte brilhante do papel-carbono a fim de que a imagem pudesse ser transferida para a folha seguinte.
– O que falta eles inventarem? – exclamou ela, maravilhada. – Daqui a pouco não vamos mais precisar de máquinas copiadoras.

— BARBARA LOOMIS

A maioria de meus alunos do ensino médio tem mais conhecimento de computadores do que eu. Portanto fiquei surpresa ao descobrir uma aluna redigindo seu trabalho final em uma máquina de escrever elétrica. Saudosa, comentei:
– Quando eu estava na escola, minha máquina nem era elétrica.
Ela me olhou surpresa e perguntou:
– Quer dizer que funcionava a bateria?

— AMY D. FOSTER

Fiquei sentada ali, à espera de que meu novo médico examinasse a volumosa pasta com meu longo histórico. Após ler as 17 páginas, ele ergueu os olhos para mim:
– Você parece melhor ao vivo do que no papel.

— CAROLYN BLANKENSHIP

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