Você vai chorar de rir. Divirta-se com estas anedotas e compartilhe as risadas, que, certamente, virão. E, assim, todos irão se sentir contagiados.

Numa loja de departamentos, fiquei à procura de uma vendedora para poder pagar minhas compras. Finalmente, deparei com uma mulher usando o crachá da loja.
– Por favor – disse eu –, estou tentando localizar uma caixa.
– Não posso ajudá-la – retrucou depressa, sem parar.
– Trabalho no serviço de atendimento ao cliente.
E foi embora.

— SERENA HEARTZ

Como obstetra, às vezes vejo tatuagens incomuns na hora dos partos. Uma paciente tinha uma espécie de peixe tatuado no abdome.
– É uma bela baleia – comentei.
Com um sorriso, ela retrucou:
– Antes era um golfinho.

— RON NORRIS

Quando funcionários do restaurante em que trabalho participaram de um seminário de proteção contra incêndios, vimos um oficial dos bombeiros demonstrar o modo adequado de se usar um extintor.
– Puxem o pino como se fosse uma granada – explicou ele – e depois baixem o gatilho para soltar a espuma.
Mais tarde, uma funcionária foi escolhida para apagar um incêndio simulado em um estacionamento. Nervosa, ela se esqueceu de puxar o pino. Nosso instrutor deu uma dica.
– Como uma granada, lembra?
Com um rompante de confiança, ela puxou o pino e jogou o extintor no fogo.

Turma da Mônica e Corpo Humano
— BECKI HARRIS

Chorar de rir com os mestres dos mares

Meu amigo John e eu, resolvidos a ver o mundo, nos empregamos como taifeiros em um navio mercante norueguês. Recebemos treinamento como timoneiros, e a primeira lição de John foi dada pelo imediato, um calejado mas amável marujo de cabelos brancos. John segurava o leme que lhe fora entregue, quando o imediato ordenou:
– Venha para estibordo.
Feliz por saber onde ficava o estibordo, John largou o leme e caminhou até o seu instrutor. Um ar de incredulidade dominou o rosto do imediato enquanto o leme girava livremente, mas ele apenas pediu com muita educação:
– Podia trazer o navio junto?

— BRUCE INGRAHAM

Depois de um fim de semana em que madruguei para fazer uma viagem, voltei muito cansada. No dia seguinte, no trabalho, cochilei várias vezes na frente do computador. Não conseguia ficar acordada. Após uma dessas “cabeçadas”, vi no monitor que os espaços de um formulário estavam todos preenchidos. Meu dedo havia apertado uma tecla durante o rápido cochilo: ZZZZZZ…

— MARIA CECÍLIA COSTA

Ria conosco mais um pouco.

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