O doutor, os pacientes e o farmacêutico, nenhum deles escapa de uma boa piada ou de uma história divertida que alguém ouviu e passou para a frente. Tente não rir! Não dá…

Bob, de 92 anos, e Mary, de 89, estão eufóricos com sua decisão de se casar. Saíram num passeio para conversar sobre o casamento e passaram por uma farmácia. Bob pede para falar com o farmacêutico, conta sobre os novos planos e pergunta:
– Vocês vendem medicamentos para o coração?
– É claro que sim – respondeu o farmacêutico.
– Remédios para reumatismo?
– Com certeza – disse o outro.
– E Viagra?
– Obviamente.
– Remédio para problemas de memória, artrite?
– É com a gente mesmo.
– E vitaminas, pílulas para dormir, antitérmicos, antiácidos?
– Positivo.
– Vocês vendem cadeiras de rodas e andadores?
– Todos os tamanhos e velocidades.
– Bom – diz Bob ao farmacêutico. – Gostaríamos de deixar nossa lista de presentes de casamento aqui.

— Rumesa Khalid

Numa tarde de sábado, quando a febre do futebol contagiava a todos, um aluno de uma escola foi trazido ao hospital em que eu dava plantão como enfermeira. Ele estava com apendicite aguda. Enquanto eu o preparava para a cirurgia, perguntei se ele estava muito desapontado por perder o grande jogo.
– Ah, mas eu não vou perder o jogo – disse ele. – O médico vai me dar uma anestesia local, e vou poder assistir à partida durante a operação.

— Rita Hamilton 

Doutor?

No consultório, o paciente recebe a notícia de que tem apenas mais três minutos de vida e diz, desesperado:
– Doutor, o que o senhor pode fazer por mim?
E o médico responde:
– Um miojo…

— R. Z.

– Doutor, o senhor precisa me ajudar. Estou perdendo a memória, tenho certeza. Ouço uma frase num minuto e a esqueço no minuto seguinte. Não sei o que fazer.
– Quando foi que o senhor começou a notar isso?
– Notar o quê?

— Luzimara Sabino

Quem? Eu?

Hipocondríaco que sou, estou sempre navegando na Internet para encontrar a automedicação mais moderna. Vi que já era hora de parar com aquilo quando, um dia, digitei no programa de procura as palavras “males do fígado”. Fui remetido a um site médico. Com grande susto, percebi que eu tinha todos os primeiros sete sintomas descritos. Então fui para o sintoma 8 e logo me senti bem melhor:
– Sensação de letargia. Não gosta mais de saltar nem de abanar a cauda.

— Debora Dawson

Um veterinário enviou um de seus empregados para consertar um pneu furado na minha borracharia. Quando perguntei qual dos pneus precisava ser reparado, ele respondeu:
– Pata traseira esquerda.

— Glenn Rye

Enquanto eu assistia a um jogo de meu time de futebol americano ao lado do campo, vi um dos jogadores levar um tranco muito forte. Ele caiu no chão e não se moveu mais. Pegamos a maleta de primeiros socorros e corremos campo adentro. O técnico pegou a mão do jogador e perguntou:
– Filho, está me ouvindo? Aperte uma vez se for sim e duas vezes se for não.

— Richard Corbin

Levamos Adam, nosso filho recém-nascido, para sua primeira visita ao pediatra. Depois do exame, o médico disse:
– Vocês têm um bebê lindo.
– Aposto que o senhor diz isso para todos os pais – eu disse, sorrindo.
– Não – ele respondeu –, só para aqueles cujos filhos são realmente bonitos.
– E o que o senhor diz para os outros? – inquiri.
– Parece muito com você.

— Matt Slot