A vida real rende histórias engraçadas quando menos se espera. Confira algumas a seguir e passe o dia com bom humor!

Eu trabalhava como intérprete num hospital quando me vi no meio de uma conversa esquisita. O médico avisou ao paciente:
– Se continuar bebendo e fumando desse jeito, você vai se matar aos poucos.
O paciente concordou.
– Tudo bem. Não estou com pressa nenhuma.

Salma Sammakia

Quando conheci Timmy, de 5 anos, ele estava no hospital, com as pernas  quebradas. Correu pela rua atrás de uma bola e foi atropelado por um carro. Seis semanas depois, quando fui lhe dar alta, perguntei:
– Da próxima vez que a bola cair na rua, o que vai fazer?
Timmy respondeu:
– Mandar a minha irmã pegar.

Enfermeira Linda E. Williams

Scot Davis empunhou a espingarda num bar em Iowa e mandou que lhe entregassem todo o dinheiro da caixa registradora. Depois, fugiu de carro. Felizmente, a polícia não teve dificuldade para encontrá-lo. Pouco antes do assalto, ele dera o seu cartão de visitas aos donos do bar.

Des Moines Register

Hoje, no trabalho, fiz uma planilha de lucros e prejuízos.
– Maravilha, estamos no vermelho! – berrou o meu chefe quando a viu.
Então, expliquei que vermelho era ruim.
– Ah, sempre confundo os dois.

Dumbemployed, de Phil Edwards e Matt Kraft

Minha filha de 9 anos, que estava na colônia de férias, escreveu duas cartas. Uma para “Mamãe” e a outra para “Papai”. O doce e curto bilhete para mim dizia: “Querida mamãe, estou me divertindo muito aqui. Diga ao Eddie (nosso gato) que estou com saudades dele. Saudade de você também. Com amor, Kenna.”
Já o bilhete ainda mais curto enviado ao pai dizia: “Querido papai, leia a cartinha da mamãe. Com amor, Kenna.”

Robin Holt

Minha filha de 8 anos me perguntou como eu sabia que estava grávida. Eu disse que havia feito um teste de gravidez.
– Ah! – exclamou – E quais perguntas tinham no teste?

Laurel Falvo

Quando foi diagnosticado que a minha filha de 7 anos tinha diabetes, a dieta dela teve que mudar.
– Você acha que poderia comer vagem? – perguntei.
– Não – disse ela. – Não gosto de vagem desde o acidente.
– Que acidente?
– Aquele, em que eu acidentalmente comi uma vagem. 

Mindy Kropf

Há alguns anos, tive uma doença que afetou seriamente a minha memória.
Um dia, quando passava férias na casa da minha mãe, ao descer as escadas ouvi a conversa de minhas duas filhas adolescentes, que estavam muito atarefadas na cozinha preparando o café da manhã.
A mais velha disse:
– Sabe por que é bom que a mamãe esteja sofrendo da memória?
Ao ouvir a pergunta parei e fiquei escutando escondida, esperando a resposta que estava por vir, pensando que elas estivessem aprontando alguma.
– Por quê? – perguntou a mais nova.
– Porque sempre contamos a mesma piada e ela sempre ri até não poder mais!

Emma Dabián

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