Histórias cômicas sobre os mais variados assuntos já são bastante engraçadas. Agora, imagine sobre marido, mulher, sobrinha… família em geral!

O marido de uma amiga minha sempre diz a ela que cuidar da casa seria moleza se ela organizasse melhor seu tempo. Recentemente, ele teve a chance de provar sua teoria quando a mulher viajou. Uma noite, apareci na casa deles para ver se estava tudo bem e ele pareceu radiante:
– Fiz um bolo, confeitei-o, limpei as janelas, os armários e o chão, as paredes e o teto da cozinha e ainda tomei um banho.
Eu já ia lhe dizer que talvez ele administrasse seu tempo melhor do que a mulher quando ele me confidenciou:
– Ao fazer a cobertura do bolo, levantei as pás da batedeira sem antes desligá-la, por isso tive de limpar a cozinha inteira…

— MARY L. COSTAIN

Quando me divorciei, fui ao Departamento de Trânsito pedir que pusessem meu nome de solteira na carteira de motorista.
– Houve alguma mudança de endereço? – perguntou a moça.
– Não – respondi. –
Ah, que bom – disse ela contente. – Você ficou com a casa.

— POLLY BAUGHMAN

Certa noite, meu amigo John e eu estávamos num bar em que ele havia trabalhado, quando uma mulher atraente, ex-colega de trabalho dele, sentou-se perto de nós. Ela disse que tinha acabado de travar uma discussão com o marido, um policial, e precisava espairecer um pouco. Eles já conversavam há algum tempo quando eu, de brincadeira, cheguei perto do John e disse, baixinho:
– Não olhe agora, mas acabou de entrar um cara de quase dois metros de altura. E está armado! Sem pensar duas vezes, John virou-se para mim e disse:
– Rápido, Ed, me dá um beijo na boca!

— E.J. KRAMER

Um amigo meu, que adora pregar peças nos outros, faz de sua mulher o alvo preferido para suas pegadinhas. Mas no outono passado ela teve a chance de revidar. O casal estava passando um fim de semana num hotel em Nova York. Fazia calor à noite e, quando voltaram para o quarto, depois de assistirem a uma peça de teatro, o marido tirou as roupas e se deitou na cama, para descansar um pouco.

A mulher ia se deitar quando percebeu que ele já estava dormindo. Decidiu não incomodá-lo. Algumas horas depois, ele acordou e foi até o banheiro no escuro. Por engano, abriu a porta do quarto e, ainda sonolento, andou até a metade do corredor, antes de se dar conta de onde estava. Então, voltou correndo. Para seu desespero, percebeu que não apenas havia deixado a porta do quarto bater, mas também não se lembrava do número do quarto.

Rapidamente, correu até o elevador, apertou o botão e se escondeu num canto do corredor. Quando o elevador chegou, ele começou a acenar para o ascensorista, sem sair do canto da parede. O ascensorista o viu, fechou rápido a porta do elevador e foi procurar o segurança do hotel.

Quando o segurança chegou, encontrou o coitado do hóspede acuado num canto e deu-lhe um lençol para que se cobrisse. Em seguida, ligou para a recepção para ver se era mesmo verdade que ele estava hospedado ali com a mulher e o levou até o quarto. Batendo à porta, o segurança disse:
– Este homem diz que é seu marido. É verdade?
Por um instante ela olhou para aquela figura enrolada num lençol e respondeu em seguida:
– Nunca vi esse homem na vida!

— A.E. TATHAM

Certa manhã, encontrei uma linda rosa vermelha na pia da cozinha. Mesmo sendo de plástico, pensei em como meu marido, depois de tantos anos de casamento, ainda podia ter uma atitude tão romântica. Então percebi que havia um bilhete perto da flor, no qual se lia: “Querida Sue, não toque na rosa. Estou usando o cabo para desentupir a pia.”

— SUZAN L. WIENER

Logo depois que nos casamos, meu marido parou de usar a aliança.
– Por que você nunca está de aliança? – perguntei.
– Ela atrapalha minha circulação – respondeu ele.
– Eu sei – disse. – É para isso que ela serve.

MARILYN WARE

Descubra algumas curiosidade sobre casamento divórcio.

Minha mulher e sua amiga, Karen, estavam conversando sobre aparelhos que facilitam a vida das grávidas enquanto se aproximavam de nossa casa.
– Adoro meu controle remoto de garagem – disse Karen.
– Adoro o meu também – minha mulher rebateu e buzinou três vezes.
Aquele era o sinal para eu sair e abrir a porta da garagem.

— GENE WARD

Meu namorado e eu íamos levar a sobrinha dele de 19 anos para uma rave. Quando chegamos à casa dela, a encontramos vestida com shorts minúsculos e um top de alcinhas. Logo houve uma discussão sobre a melhor maneira de se vestir para ir a um evento daqueles. Fiquei do lado da menina, lembrando a ele que, quando começamos a namorar, eu me vestia da mesma maneira.
– Isso – disse meu namorado –, e eu, na época, disse alguma coisa sobre isso, não é?
Todos olharam para mim.
– Claro! – respondi. – Você disse: “Qual o seu telefone?”

— CHARNELL WALLS WATSON

Meu marido conhece as armadilhas da tentativa de comunicação com o sexo oposto – principalmente comigo. Eu estava experimentando uma calça e precisava de uma segunda opinião.
– Eu pareço muito gorda com esta calça? – perguntei.
– Não – respondeu ele, com uma pausa, certamente preocupado com o que ia responder. – Você parece… gorda o suficiente.

— KATHY SEUFERT

Para comemorar nosso aniversário de 20 anos de casamento, meu marido e eu fomos ao Havaí. Depois de uma hora na água, mergulhando com snorkel, todos já estavam de volta ao barco, exceto eu e um lindo jovem. Enquanto eu continuava minha exploração submarina, notei que, quando eu nadava para uma direção, ele ia atrás. Continuei na água por mais 40 minutos. Ele também. Voltei para o barco. Ele também. Senti-me lisonjeada e, enquanto tirava meus pés de pato, perguntei a ele por que havia ficado na água por tanto tempo.
– Sou salva-vidas – disse ele. – Não podia sair da água sem você.

— SHARON FORGUE

Vamos continuar rindo mais um pouco?