Histórias engraçadas de caserna rendem boas risadas. Você pode estar dentro ou fora das Forças Armadas, mas pode achar graça do mesmo jeito.

Servindo como recrutador da Marinha na Carolina do Norte, nos EUA, encontrei um rapaz que preenchia todos os requisitos e estava pronto para se alistar. Expliquei a importância de responder sinceramente aos questionários, e ele começou a preencher sua papelada. Mas ao chegar à questão “Você possui alguma propriedade no estrangeiro ou tem quaisquer interesses financeiros no exterior?”, ele olhou para mim com uma expressão preocupada.
– Bem – confessou –, na verdade, eu tenho um Toyota.
Nós o alistamos no dia seguinte.

— PATRICK L. JACKS

Para despachar um grande pacote de biscoitos para meus dois filhos da Aeronáutica, ambos servindo na Arábia Saudita, pediram que eu fixasse nele uma etiqueta descrevendo o conteúdo. Assinalei cuidadosamente o pacote com “Biscoitos” e despachei-o, mas após um mês meus filhos me comunicaram que ainda não o tinham recebido. Fiquei intrigada e preparei outra fornada de biscoitos, mas dessa vez escrevi no pacote: “Comida Integral.” Ao fim de uma semana meus filhos acusaram o recebimento da encomenda.

— WANDA HAMEISTER

Após permanecer embarcado no Golfo Pérsico por 90 dias, fui reclamar com o chefe do comando da esquadra.
– Senhor, entrei para a Marinha a fim de conhecer o mundo, mas nos últimos três meses tudo o que vi foi água.
– Tenente – respondeu ele –, três quartos da Terra são cobertos por água, e a Marinha tem demonstrado isso a você. Se queria ver o quarto restante, devia ter entrado para o Exército.

— PAUL NEWMAN

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Depois de ter ajudado a preparar o orçamento anual da minha unidade de Comandos Especiais do Sétimo Exército em Heidelberg, na Alemanha, levei o relatório à sala do encarregado que assina todos os papéis oficiais. Ele não estava, mas o jovem tenente que era seu assistente, sim. Ele pegou o calhamaço de planilhas, gráficos e explicações que lhe estendi e perguntou:
– O que devo fazer com esses papéis?
– Assiná-los, senhor.
– Ah, ainda bem – disse ele, suspirando aliviado. – Pensei que teria de lê-los.

— TIMOTHY QUINN

O tenente queria usar o telefone público, mas não tinha uma moeda de 25 centavos. Perguntou, então, a um recruta que es fregava o piso:
– Soldado, você pode trocar uma nota de um dólar por moedas?
– Com certeza, amizade – respondeu o recruta.
Encarando-o com reprovação, o tenente lhe disse:
– Isto não é maneira de se dirigir a um oficial. Vamos tentar de novo. Recruta, você pode trocar um dólar em moedas?
– Não, senhor! – respondeu o rapaz.

— GEORGE MELLO

Comunicado afixado no quadro de avisos de uma base aérea da Flórida: “Os homens listados abaixo devem pegar suas medalhas de Boa Conduta no almoxarifado esta tarde. O não cumprimento desta ordem resultará em ação disciplinar.”

MYRA HAYES

Meu filho Barry voltou para casa após uma jornada de três meses a bordo de um submarino e nos contou que um dos passatempos que os marinheiros adotam para manter o moral é montar carrinhos de madeira a partir de kits e disputar corridas com eles.
– O que vocês usavam como rampa? – meu marido quis saber.
– Não precisávamos de rampa – disse Barry. – Só púnhamos os carros no chão e inclinávamos o submarino.

— MARY C. RYAN

Quando eu era comandante de um pelotão de infantaria, meus fuzileiros treinavam para patrulhamento noturno de reconhecimento. Conforme avançávamos, cada um de nós deveria sussurrar ao fuzileiro que vinha atrás o nome de qualquer obstáculo, para que ninguém fosse surpreendido e gritasse, revelando assim nossa posição. Durante um exercício, o líder da formação de vez em quando se virava para mim e murmurava “tronco”, ou “pedra”, que eu retransmitia a quem vinha atrás. Depois ouvi um barulhão à minha frente e, de alguns metros abaixo, ouvi uma única palavra sussurrada:
– Buraco.

— MIKE ROBBINS

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