Confira algumas histórias engraçadas que podem acontecer a qualquer um e divirta-se:

Na madrugada de um sábado, o farol de um carro de polícia apareceu refletido em meu espelho retrovisor. Depois de verificar minha carteira de motorista e o documento do carro, o policial perguntou:
– Você sabe por que o mandei encostar?
– Não – respondi.
– Uma de suas lanternas traseiras está queimada. Vou ter de aplicar uma advertência.
– Ufa! – disse sem pensar. – Achei que era por causa da minha carteira vencida.

— Andrea Shipper 

Mesmo sendo descendente de chineses, nunca aprendi o idioma. Uma noite, eu ia para casa depois de comer muito bem num restaurante em Chinatown. Não conseguia me lembrar o nome dele, mas sabia escrever o ideograma que ficava na porta. Então o redigi e mostrei à minha mãe. Ela olhou e sorriu:
– Aqui diz “Puxe”.

— Barbara Mao

Dirigindo em New Jersey, indo da Pensilvânia para Nova York, passei por um grupo de carros que andavam a exatamente 80 quilômetros por hora, o limite de velocidade. Entre eles havia um veículo da polícia rodoviária, que todos relutavam em ultrapassar. Depois de alguns minutos, a voz do policial soou no alto-falante:
– Pelo amor de Deus, andem! Sou só um patrulheiro.

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— Amitabh V. W. Mittal

Pela culatra

Depois de horas na frente de um computador na disputada sala de informática da faculdade em que estudo, resolvi ir ao banheiro. Para não perder o lugar, escrevi “monitor com defeito” em um pedaço de papel e o colei na tela. Mas o feitiço virou contra o feiticeiro: quando voltei do banheiro, percebi que o monitor não estava mais lá. Havia sido levado para a manutenção…

— Leonardo de Sousa Cavadas

Liguei para um técnico na tentativa de resolver o defeito da minha churrasqueira a gás. O sistema de atendimento eletrônico deles me deixou 20 minutos na espera. Enquanto aguardava, dei graças a Deus por meu problema não ser pior. Principalmente quando ouvia a gravação, que repetia sem parar:
– Se você está sentindo cheiro de gás, fique na linha.

— Herb Gitlin

Ao encontrar uma paixão mal resolvida, meu primo escreveu um bilhete: “Quem ama não esquece. Se esqueceu, é porque não amou.” Pegou em sua mão, lhe entregou o pedaço de papel e disse:
– Leia e reflita! – e foi embora.
Já dentro do ônibus, o cobrador o chamou na roleta. Na mão do cobrador estava o bilhetinho. Meu primo havia entregado à moça seu vale-transporte.

— Rafael do Nascimento

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