Não economize nas risadas: contagie as pessoas a seu redor com estas histórias engraçadas! Curta o dia com a família e os amigos.

Sinto que gostaria muito mais de sair da cama se só tivesse de fazer isso três vezes por semana. Todo dia é demais.

@popcorngodess1

Empregado #1: Eu não comeria caviar. É ovo de peixe!
Empregado #2: Eu experimentaria. Afinal, eu como ovo de galinha.
Empregado #3: E peixe bota ovo?!

overheardintheoffice.com

Meu médico deu uma olhada em minha barriga e se recusou a acreditar que eu me exercito. Então, listei os exercícios que faço todos os dias: pulo de etapas, corrida para o banheiro, maratona de séries de TV, levantamento de copos, carregamento de celular, tiro no escuro e mergulho no cheque especial.

Quando eu e minha mulher discutimos, somos como uma banda em um show: começamos com coisas novas e depois passamos para os nossos clássicos.

Comediante Frank Skinner

Vendo um de seus alunos fazer careta para os outros no recreio, Dona Sílvia o reprime gentilmente. Sorrindo com carinho, a professora diz:
– Joãozinho, quando eu era pequena me disseram que, se eu ficasse fazendo careta, ia ficar daquele jeito para sempre.
– Bom, não dá para dizer que não avisaram.

Quando vejo nomes de namorados entalhados em árvores, não acho bonitinho. Só acho assustador o número de pessoas que levam uma faca quando saem com as outras.

Internet

Algum relações-públicas por aí? Faça sua pós-graduação em Conteúdo de Nada sobre Coisa Nenhuma com estes eufemismos de marketing:
– Paladar sofisticado: Um autor de livros de culinária descreveu esse como “algo que as pessoas só dizem sobre comidas horríveis.
– À frente de seu tempo: Eufemismo editorial para “fiasco”.
– Chamada de cortesia: Ligação de telemarketing não solicitada.
– Precisa de reformas: Termo imobiliário para um lugar que pode ser mais precisamente descrito como “caindo aos pedaços”.
– Lembrete amigável: Aviso urgente.
– Oportunidade de aprendizado: Erro.
– Vigorosa exposição de pontos de vista: Discussão aos berros.
– Tarefas zeradas: Um termo impressionante do mundo dos negócios, usado para não admitir que você não está fazendo absolutamente nada.   

De Spinglish, de Henry BeardChristopher Cerf (Blue Rider Press)