Parecem piadas! Histórias engraçadas de caserna para você, pois em terra, na água ou no ar a turma não deixa ninguém para trás, muito menos na hora de fazer graça!

Eu estava na Base de Submarinos de New London, Estados Unidos, e recebia frequentemente fotos de minha filha Patrícia, recém-nascida no Brasil. Passava demorados momentos a contemplá-las. Um dia, o oficial americano do quarto ao lado, percebendo que eu estava conversando com minha filha na foto, disse:
– Enquanto você estiver falando com ela, tudo bem! Quando ela responder, aí você deve se preocupar!

— Carlos Pereira da Silva

Como assim?

Nosso oficial de pessoal, aborrecido porque sua secretária lhe dissera que soldados e membros do escritório vinham usando a nova máquina copiadora para documentos pessoais, fixou um aviso na máquina: “Os soldados não devem se aproveitar do equipamento de reprodução da secretária sem autorização do oficial de serviço.”

— Floyd G. Seay

Eu era segundo-tenente do Exército e estava aprendendo a pilotar aeronaves leves em Fort Sill, Oklahoma. Um dia, enfim, fiz um pouso perfeitamente tranquilo. Mas, para meu horror, nada aconteceu quando acionei os freios.
– Os freios não estão funcionando! – gritei para meu instrutor.
– Não me surpreende – retrucou ele. – Ainda estamos meio metro acima da pista.

— Darwin Adams

“Ordinário, marche!” é um comando usado para o deslocamento de tropas. Certa vez, meu pai, suboficial da Aeronáutica, contou-me que, ao dar este comando a uma tropa feminina, um colega seu dizia:
– Ordinárias, marchem!

— Amanda Motta

Servi em uma companhia de fuzileiros num quartel no interior de Pernambuco. Certo dia, fazíamos treinamento em um vilarejo abandonado. Nosso pelotão tinha a missão de capturar três supostos inimigos, encenados por soldados mais antigos. Apesar de já haver cercado o local, estávamos ali há horas sem êxito. De repente, um garotinho que assistia a tudo de longe com um grupo de amigos me chamou e em tom baixo sugeriu:
– Se o senhor deixar eu brincar, digo onde estão os bandidos.

— Fábio Leite Macêdo

Frase de para-choque:

“Errar é humano, perdoar é divino. Nenhum dos dois é permitido no Corpo de Fuzileiros.”

— Tom Froncek

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