Separamos algumas das melhores piadas e “causos” do cotidiano enviados por nossos leitores para você se divertir nessa tarde! Confira:

 

Intrigado com a etiqueta de uma camisa para traje a rigor que a vendedora me mostrava, eu disse:
– Esta etiqueta aqui diz: 85% Dacron, 10% nylon. De que são os 5% restantes?
Ela olhou a etiqueta, levantou os olhos e, com um sorriso, sugeriu:
– Encolhimento?

Os carros hoje em dia são quase completamente automáticos. Isso é bom porque deixa a gente com a cabeça livre para pensar nas prestações.

– Diga-me uma frase sobre um servidor público – pediu a professora.
O garotinho escreveu: “O bombeiro desceu a escada grávido.” A professora chamou o menino para um canto a fim de corrigi‑lo:
– Você não sabe o que quer dizer grávido?
– Claro – respondeu o aluno muito confiante. – Quer dizer “carregando” uma criança.

Uma empresa de móveis enviou a seguinte carta, a propósito de uma conta não saldada:
“Caro Sr. Jonas,

O quê pensariam seus vizinhos se fôssemos obrigados a mandar um caminhão até sua casa para recuperar a mobília porque o senhor não saldou seus pagamentos?”
Receberam a seguinte resposta:

“Caro Senhor,

Conversei com meus vizinhos sobre o assunto da sua carta para saber o que eles pensariam. Todos são têm a opinião de que seria um golpe sujo e detestável.”

 

A moça levantou-se do sofá, atendeu o telefone e, quando voltou, o rapaz perguntou:
– Quem era?
– Meu marido – respondeu ela.
– É melhor eu ir embora – disse ele. – De onde é que ele ligou?
– Do clube. Ele está jogando pôquer com você.

Depois de aterrissar com o avião em Los Angeles, um piloto da companhia American Airlines acha uma delícia surpreender os passageiros com este aviso:
– Agora os senhores vão empreender a parte mais arriscada da viagem: do aeroporto para casa – nos seus carros!

Charles Coburn, conhecido ator do cinema antigo, conta esta história:
“Quando menino, apaixonei-me pelo teatro e queria assistir a todas as peças que houvesse. Um dia disse-me meu pai:
– Uma coisa, filho, você nunca faça: não vá aos chamados “espetáculos só para homens”.
– Mas por quê?
– Porque lá há coisas que você não deve ver.
Ora, foi a conta… Logo que consegui o dinheiro suficiente, zás! Comprei entrada para um de tais espetáculos, e lá fui, muito satisfeito. Mas meu pai tinha razão. Vi lá algo que não devia ter visto: o meu pai.”