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Publicado em: 7 de dezembro de 2019

‘Desalma’, nova série da Globoplay, promete abrir portas para novos gêneros de terror

Imagem:

SÃO PAULO, SP – Prevista para ser lançada em março de 2020, ”Desalma” foi um dos paínes da Arena Globoplay na CCXP (Comic Con Experience 2019) em São Paulo, nesta sexta (6), e contou com a presença da autora Ana Paula Maia, o diretor artístico Carlos Manga Jr. e as atrizes Maria Ribeiro e Cláudia Abreu.

Ambientada em duas épocas, em 1988 e 2018, o thriller de terror vai apresentar pela primeira vez e em dez episódios, o subgênero ”drama sobrenatural” no mercado brasileiros. "Tem um drama humano, que envolve as pessoas. O sobrenatural aparece com uma necessidade de justificar o passado ou de não aceitar as nossas perdas. Essa não aceitação faz com que o sobrenatural venha à tona" contou Manga, que acredita no potencial da série para ampliar novas produções de gêneros de terror.

A narrativa tem como uma das protagonistas a veterana Cássia Kiss, que interpreta uma bruxa de linhagem chamada Haia Lachovicz. Apesar de não estar presente na CCXP, a artista foi bastante aclamada pelo público e elogiada pelas atrizes, em especial Maria Ribeiro, que disse que a colega "incorporou a muito bem a personagem". De acordo com Maia, Haia é uma bruxa que traz bastante mistério e representatividade.

Ambientada na floresta São Francisco de Paula, na região da serra gaúcha, a história começa em 1988 quando um crime cidade fictia chamada Brigida -inspirada em colonias ucranias- é revelado durante a típica festa Ivana Kupala. Apesar do fato ter sido ”solucionado”, 30 anos depois, em 2018, alguns fatos começam a mostrar que aquilo estava resolvido não está.

Com um pano de fundo cultural marcante, Maia fez questão de explicar o ritual ucraniano que faz a narrativa da série ser ainda mais real e impactante. "Ivana Kupala tem todo embasamento da mitologia eslava e é uma festa pagã que foi absolvida no calendário católico mas ainda assim é uma festa de bruxas."

Na produção, as personagens de Claudia Abreu (Ignes) e Maria Ribeiro (Giovana), são mulheres que precisam enfrentar o sobrenatural por conta de estranhos acontecimentos que ocorrem com os seus entes queridos. No caso de Ignes, seu filho Anatoli (João Pedro Azevedo) começa a ver espíritos, e Giovana lida com a morte do marido Roman Skavronski (Eduardo Borelli/ Nikolas Antunes), que cometeu um suicídio.

Sem sangue e maqueneísmo entre "bem versus mal", Manga disse também que o drama sobrenatural vai cair no gosto dos fãs que gostam de maratonar. "Os episódios são muito bem amarrados, essa nova geração que maratona série de streamings vai adorar", garantiu o diretor.

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