Faça uma busca
|
Publicado em: 29 de abril de 2020

7 dicas para prevenir crises de asma

Iana Faini
Última atualização: 29 de abril de 2020
Por: Iana Faini

Algumas mudanças no dia a dia podem ajudar a evitar crises, confira.

7 dicas para prevenir crises de asma Imagem: AntonioGuillem/iStock

A asma é uma doença pulmonar crônica na qual há redução do calibre das vias respiratórias, provocando sibilos, sensação de aperto no peito e dificuldade para respirar. Saiba mais sobre a doença e como prevenir as crises a seguir.

Embora a asma seja uma doença crônica, as alterações que ocorrem durante a crise são temporárias, e os pulmões em geral funcionam normalmente fora dela. Entre os gatilhos mais comuns estão a exposição a fumaça de cigarro, poluição urbana, ácaros, baratas, animais de estimação e pólen.

Quando a doença começa ainda na infância, a frequência e a intensidade das crises tendem a melhorar com a idade e podem desaparecer na vida adulta. No entanto, alguns adultos têm recaídas, muitas vezes após infecções virais. Além disso, a asma é considerada um fator de risco em caso de Covid-19.

Algumas crises são logo revertidas por medicamentos broncodilatadores, que “abrem” as vias respiratórias. Outras são prolongadas e exigem uma injeção de adrenalina e corticosteroides.

Como prevenir crises de asma

É comum alergias alimentares desencadearem crises de asma; nesses casos, a identificação dos desencadeadores é muito difícil. As recomendações gerais abaixo ajudarão a diminuir as chances de crise ou complicações:

  • cookiecatagency/iStock cookiecatagency/iStock

    1. Reduza a exposição aos gatilhos

    É importante evitar exposição a fumaça de cigarro, ar frio, exercício extenuante ou alérgenos. A asma sazonal é desencadeada por diversos polens, fungos e outros fatores ambientais.


  • vadimguzhva/iStock vadimguzhva/iStock

    2. Controle seu peso

    Alguns estudos identificaram uma relação entre o ganho de peso e a asma que tem início na vida adulta. Além disso, quando pessoas obesas com asma perdem peso, pode haver melhora nos sintomas.


  • Edalin/iStock Edalin/iStock

    3. Identifique os alimentos gatilhos

    Pessoas alérgicas a fungos ou a mofo podem reagir a fungos em queijos, cogumelos e cachorros-quentes, ou a alimentos fermentados, inclusive molho de soja, cerveja, vinho e vinagre. Leia com cuidado os rótulos dos alimentos e fique atento ao cardápio do restaurante quando for comer fora.


  • margouillatphotos/iStock margouillatphotos/iStock

    4. Coma mais peixes gordurosos

    Os ácidos graxos ômega-3 presentes em salmão, cavala, sardinha e outros peixes de água fria têm efeito anti -inflamatório e podem combater a inflamação brônquica.


  • Bojsha65/iStock Bojsha65/iStock

    5. Procure comer de sete a dez porções de frutas e hortaliças

    Há cada vez mais evidências do efeito protetor de frutas e hortaliças sobre a função pulmonar. Um leque de várias cores ajuda a garantir vitaminas, minerais e antioxidantes variados e importantes para um pulmão saudável. A vitamina C em particular – presente em frutos silvestres, hortaliças verdes e muitos outros alimentos –, contribui para a saúde do sistema imunológico e pode ajudar na redução dos sibilos em crianças.


  • kasto80/iStock kasto80/iStock

    6. Evite sulfitos

    Muitos alimentos industrializados têm conservantes. Sulfitos são comuns em frutas secas, sopas desidratadas ou instantâneas, vinho, cerveja e suco de uvas verdes. Pessoas sensíveis a sulfito devem ler os rótulos com cuidado à procura de ingredientes que começam com “sulfito de” ou dióxido de enxofre nos rótulos de alimentos. Além de desencadear crises de asma, os sulfitos algumas vezes provocam anafilaxia em pessoas com hipersensibilidade.


  • Antonio_Diaz/iStock Antonio_Diaz/iStock

    7. Converse com o médico

    Às vezes é difícil manter uma alimentação saudável e balanceada se, por causa de alergia, grandes grupos alimentares devem ser evitados (por exemplo, leite e derivados). O médico pode recomendar substitutos ou suplementos para manter uma boa nutrição e combater os efeitos colaterais da medicação para asma. O uso a longo prazo de esteroides, por exemplo, pode provocar perda óssea, mas suplementos de cálcio e vitamina D ajudam a prevenir o problema.