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Saúde

5 descobertas sobre a demência que você precisa conferir

Em muitos casos, podemos evitar que o cérebro seja devastado pelo declínio cognitivo.

Escrito por:

Julia Monsores

Redator
demência
KatarzynaBialasiewicz/iStock
Publicado em: Última atualização:

No mundo inteiro, cerca de 50 milhões de pessoas sofrem de demência, e já se previu que esse número vai crescer com o envelhecimento da população. Com isso em mente, é fácil supor que o risco geral de demência também esteja aumentando. Porém, na verdade é o contrário: a taxa de demência na população com 65 anos ou mais está caindo.

Confira os tipos de demência e seus principais sintomas aqui!

O número absoluto sobe, mas é porque muita gente está vivendo bem mais do que nas gerações anteriores. E, com a velhice, ficamos mais suscetíveis às doenças ligadas à idade.

Mas, o que é demência?

É um conjunto de sintomas associado a uma deficiência profunda do pensamento, da memória e da capacidade de funcionar. Embora ligada com mais frequência à doença de Alzheimer, ela também pode ser causada por outras enfermidades, como Parkinson e doença cardiovascular.

Uma revisão de pesquisas recentes sobre demência publicada na revista Lancet lista sete doenças, como hipertensão arterial, obesidade, depressão não tratada e perda auditiva não tratada, que aumentam o risco de demência.

A boa notícia, de acordo com a professora Gill Livingston, da divisão de Psiquiatria do University College London, e que participou da revisão da Lancet, é que, se melhorar esses fatores do estilo de vida, você pode eliminar pelo menos 35% das demências atribuídas a eles. Mas essa estimativa pode ser conservadora demais.

Estudos feitos nos EUA, na Dinamarca, na Suécia, no Reino Unido e em outros países mostram que, mais do que nunca, é possível ter uma vida longa sem a devastação da demência.

E isso pode acontecer até com pessoas cujo cérebro já sofreu algumas mudanças fisiológicas associadas a ela. Às vezes, essas anormalidades cerebrais levam décadas para destruir a capacidade de recordar, comunicar-se e entender o mundo. Mas, apesar do dano existente, algumas pessoas permanecem extraordinariamente resistentes à demência.

Eis cinco novos achados que provam que podemos proteger nosso cérebro: