Cada função corporal é suscetível a ciclos de calma e atividade. A fome, o sono e até mesmo o cansaço passam por altos e baixos ao longo do dia, e em períodos bem determinados. Porém, é possível otimizar o funcionamento da energia e mantê-la durante mais tempo.

Entendo o biorritmo corporal:

→ Por volta das 3 horas da manhã, o corpo começa a ativar a adrenalina e a hidrocortisona. A temperatura e a capacidade de concentração aumentam gradativamente e o corpo desperta aos poucos.

→ Em torno das 10 horas, o corpo atinge o ponto máximo da capacidade de desempenho mental e corporal, que decai continuamente até à tarde.

→ Por volta das 14 horas sentimos sono e cansaço. A eficácia atinge seu nível mais baixo.

→ Pelas 16 horas o corpo volta a se aquecer. Conseguimos manter a concentração por mais algumas horas.

→ A partir das 21 horas, nosso cronômetro fisiológico reduz o ritmo e todos os órgãos trabalham mais lentamente até as 3 horas, quando um novo ciclo recomeça.

Xô cansaço!

Os nutricionistas constataram que fazer 5 refeições leves a cada três horas diminui a queda de rendimento do biorritmo, e o cansaço, mesmo sem a ingestão de cafeína. Além disso, também impede a baixa dos níveis de açúcar no corpo.

Além disso, problemas digestivos decorrentes do sedentarismo bem como da falta de atividades físicas são mais difíceis de ocorrer. Quem faz uma refeição balanceada já no café-da-manhã aumenta sua capacidade de raciocínio em cerca de 15%. Pela manhã, o corpo precisa de maior quantidade de carboidratos; e à tarde, de gordura.

O ar dentro de escritórios, sobretudo em ambientes com ar condicionado, acarpetados e onde há fichários e livros empoeirados, é muito seco. Por isso, é fundamental que se bebam no mínimo 2 litros de líquidos por dia, de preferência água.

Além disso, a hora do almoço tem que ser bem pensada. Por isso, aprenda a preparar marmitas leves e nutritivas que vão garantir a energia no seu dia a dia de trabalho.