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Publicado em: 28 de maio de 2020

10 dicas para seus animais de estimação viverem mais

Com os cuidados certos, você pode melhorar a qualidade – e o tempo – de vida de seus amigos peludos.

Imagem: Rawpixel.com/shutterstock

Huck é um cachorro de sorte – e velho. A maioria dos labradores chega aos 12 anos, mas, com 15, Huck viveu 25% mais do que a média dos animais de estimação. Se fosse um homem brasileiro médio, com expectativa de vida de 73 anos, ele teria 91.

Qual é o segredo dos animais de estimação que vivem mais tempo?

“É uma combinação de coisas, como alimentação nutritiva com vitaminas e óleos, muito amor, atenção e exercícios”, diz Henry Uman, o dono de Huck, sobre seu segredo. Ele também nunca fica sozinho e está sempre, pelo menos, com um de seus três irmãos caninos ou um membro da família humana.

Segundo o último levantamento do IBGE, 62% dos lares brasileiros têm pelo menos um cachorro ou gato. E é seguro dizer que 100% deles gostariam que seu pet tivesse a sorte – e a assistência – de Huck.

Mais do que nunca, os avanços da medicina veterinária tornaram mais fácil aumentar a duração e a qualidade de vida de seu bichinho de estimação.

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Alguns procedimentos que hoje são padrão – como a vacinação contra raiva, hepatite e outras doenças – tiveram grande impacto. Além disso, há também novas descobertas que ajudam os animais a sobreviver a lesões e doenças que, há poucos anos, encurtariam sua vida.

É o caso de Fridgey, um gato-de-bengala. Pouco depois do primeiro aniversário, Fridgey operou uma fratura no quadril e fez fisioterapia numa esteira d’água. Ele se recuperou, mas, sete meses depois, fraturou o outro lado do quadril. Em março de 2018, colocou uma prótese de quadril: foi a primeira vez que os veterinários da Universidade Purdue realizaram o procedimento. Hoje, Fridgey tem uma saúde de ferro.

A conta da assistência médica de Fridgey foi alta: quase 10 mil dólares. Mas seus donos, Tyler e Faith Goldsberry, acham que valeu a pena. “Os animais merecem o melhor tratamento que pudermos dar, e jamais aumentaríamos a família sem ter meios para cuidar deles”, diz Tyler. O fato de a família ter feito seguro para os animais ajudou.

É aconselhável investir num seguro para animais? E comida sem glúten? Hoje há muitas opções de saúde e tratamento, e talvez seja difícil achar as que valem mais a pena para seu animal. Por isso, este guia é um bom começo.

Confira 10 dicas para seus pets viverem mais:

1. Atenção ao peso

Estima-se que 60% dos gatos e 56% dos cães estejam gordos ou obesos, de acordo com a Associação Americana de Prevenção da Obesidade em Animais de Estimação. Isso pode provocar problemas graves.

“O excesso de peso eleva o risco de doenças como diabetes, alguns cânceres e problemas respiratórios, e o aumento da pressão sobre as articulações acelera o surgimento e piora a gravidade da artrite”, diz Jo Gale, gerente de promoção científica global e de relações da Mars Petcare.

Um estudo constatou que estar acima do peso reduzia em 2,5 anos a vida dos cães, quando comparada à de outros caninos com o peso ideal.

Como saber se seu animal precisa perder alguns quilos? Ao olhar seu cão ou gato de cima, você deve ver uma retração distinta na linha da cintura e ser capaz de sentir (mas não ver) as costelas.

Caso ele esteja gordo, algumas mudanças ajudam: caminhar mais alguns quarteirões, limitar as guloseimas e pesar seu animal regularmente.

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2. Visite o veterinário

Como nos seres humanos, os exames precoces podem identificar problemas a tempo de assegurar o sucesso no tratamento.

“Como os animais de estimação envelhecem mais depressa do que os seres humanos, os casos podem se complicar rapidamente”, diz o veterinário Pete Lands.

Mantenha os tratamentos de rotina, como vacinas e vermífugos, em dia. Ou considere um plano de saúde para cães ou gatos que inclua exames, vacinas, limpeza dos dentes e testes.

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3. Não tema o glúten

Os animais de estimação têm exigências nutricionais específicas para manter a saúde – a maioria dos gatos precisa comer carne todo dia para obter proteínas. Mas, como no caso dos humanos, o mundo animal tem seu quinhão de modas alimentares, e é melhor ignorar a maioria delas. Por exemplo, hoje há muitas rações sem glúten para cães, mas a alergia ao glúten é “raríssima” em animais, de acordo com um relatório publicado pela Universidade Tufts.

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4. Faça um plano de exercícios

Os animais precisam de exercício diário para se manterem saudáveis, e um regime formal de atividade física é uma boa ideia. Recomenda-se de meia hora a duas horas diárias de atividades como andar ou correr.

Raças atléticas como os collies e os pastores-alemães precisam de mais exercício, e para cães menores, como os buldogues, um passeio pelo bairro faz bem à saúde.

Você pode incentivar seu gato com uma caneta laser (evite apontá-la para os olhos do animal), brinquedos recheados de erva-dos-gatos ou com poleiros em casa. Acredite se quiser: aparelhos com GPS ou Wi-Fi podem acompanhar os passos, a queima de calorias, o ritmo cardíaco e outros indicadores da saúde de seu bichinho.

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