As crianças gostam de ouvir histórias engraçadas , e às vezes acabam sendo protagonistas de outras. Um pouco de riso com inocência.

Sou professora do ensino fundamental. Certo dia, após aplicar uma leitura interpretativa, solicitei aos alunos uma cópia do texto estudado em classe. Recomendei que a cópia fosse feita em papel almaço pautado e com capricho. No dia seguinte, analisando as cópias recebidas, notei que um aluno tinha mandado alguém fazer a tarefa em seu lugar. Chamei-o e disse:

– Esta letra não é sua!

Ele respondeu:

– Claro que não, professora. A senhora mandou caprichar.

MAURA ROSA DA SILVA

Sou professora numa escola de ensino fundamental no litoral norte de São Paulo. Um dia, na véspera de um feriado prolongado, não havendo muitos alunos na escola, decidimos passar um desenho animado para as crianças assistirem. Um dos alunos perguntou que filme iam ver. Como a professora não lembrava o nome dos personagens, contou que era a história de duas irmãs havaianas e um extraterrestre. Nesse instante, outra criança, que não havia escutado o que a professora disse, perguntou a mesma coisa. A primeira criança, sabida, respondeu:

– É a história de dois chinelinhos.

— MARTA MUKUNO

Minha mãe é fanática por limpeza. Um sábado ela mandou que eu e meu irmão fôssemos arrumar o quarto. Nós tínhamos feito uma festa na noite anterior, e ela estava irritada com a bagunça. Enquanto fazíamos o serviço, mamãe deixou bem claro que não estava nada satisfeita com nossa limpeza. Por fim, meu irmão, exasperado por ter de arrumar tudo de novo, pegou uma vassoura e perguntou:

– Posso usar isso ou você planeja ir a algum lugar?

— MARK BERMAN

Na véspera do Dia de São Cosme e Damião, eu estava em casa, cuidando dos últimos preparativos para o meu aniversário, e me lembrei de quando minha mãe arrumava os saquinhos de doces para dar às crianças. De repente, tocaram a campainha. Como moro num edifício muito grande, estranhei, pois costumam informar quem está subindo. Olhando no olho mágico, vi duas garotinhas muito compenetradas e abri a porta. Elas estavam com cadernos e canetas em punho e perguntaram, seriamente:

– Por favor, a senhora poderia dizer se vai dar doce amanhã? É que nós estamos cadastrando todos os moradores para agilizar o nosso trabalho.

— ADRIANA PALHEIROS

Meu marido e eu ficamos algum tempo tentando ter um terceiro filho. Infelizmente, no dia em que eu ia fazer o teste caseiro de gravidez, ele foi chamado para uma viagem de negócios. Tive de contar às nossas filhas mais novas sobre o teste e elas ficaram muito animadas. Decidimos que, se o resultado fosse positivo, compraríamos uma roupinha de bebê para surpreender o pai quando ele chegasse em casa. As duas e eu ficamos no banheiro esperando, ansiosas, que surgisse a linha que indica a gravidez. Como não apareceu, minha filha de 7 anos me deu um abraço carinhoso:

– Tudo bem, mãe, da próxima vez que o papai viajar você tenta engravidar de novo.

— JUANITA MACDONALD

Eu substituía outra professora e quis ser solícita com um aluno que parecia estar em dificuldade na prova:

– Você está atrapalhado com a pergunta?

– Não, professora. Estou atrapalhado com a resposta mesmo.

— LUCIANA PIAMONTEZE

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