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Publicado em: 10 de outubro de 2020

É permitido ter autoestima elevada!

Se todos tivessem autoestima elevada, sentaríamos nas dunas do deserto e dividiríamos a última coca estupidamente gelada.

Imagem: peshkov/iStock

É permitido ter autoestima elevada SIM!

Eu, Marina, rainha da coluna Mais Humor Por Favor, dos sábados, decretei.

Pode se achar a última mortadela da bandeja de queijos.

Ser gordinha e botar biquíni?

Pode.

Quer sair com uma peça de cada estampa numa quarta-feira de tarde?

Por que não?!

Você tem que se achar sim.

Quando você se ama como é, você ensina o mundo a te amar.

E, vamos ser sinceros, ninguém gosta de gente com autoestima baixa.

Porque a gente logo quer comprar um sorvete pra pessoa.

Meu corpo tem muitas curvas.

Eu pareço a serra de Petrópolis.

Às vezes, penso que não tem ninguém que vá gostar de mim assim.

Mas, outras, penso que vou arrasar.

E, então, chego à fatídica conclusão: há quem goste de subir a serra, afinal.

Então, ter autoestima elevada nada tem a ver com se comparar.

Também não tem a ver com passar a perna nos outros.

Ou ser arrogante.

Isso é muito feio, aliás.

Para pessoas arrogantes, nós aconselhamos pendurar uma melancia na cabeça.

E dar de cara na parede.

Há uma brusca diferença entre ter autoestima e se achar melhor que outra pessoa.

Ter autoestima elevada é sobre se amar pra você mesmo.

Cortar o cabelo pra você.

Se vestir pra você.

Sair com alguém porque você quer, e não porque o outro insiste.

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Quanto mais a gente “se acha”, mais a gente eleva o nosso padrão de escolha.

Quando você se ama, você não aceita ser maltratado.

Você fica feliz pelas suas próprias conquistas.

Então, entende que é merecedor de muitas coisas.

Quando você se ama, o mundo brilha.

As pessoas têm mais beleza, você fica mais feliz.

Todos ganham, enfim.

Se todos tivessem a autoestima elevada, o mundo seria mais contemplativo.

Menos competitivo.

Todos saberiam seus próprios valores.

Ninguém levaria desaforo para casa.

Todos se ajudariam.

E sentariam, juntos, para dividir a última coca-cola que sobrasse.

Marina Estevão
Marina Estevão
Formada em Jornalismo pela PUC-RJ, sua paixão é escrever sobre o que vive, o que vê e o que sente. Afinal, toda história tem vários lados, o que muda é a forma de contá-la – sempre de bom humor.

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