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Publicado em: 4 de julho de 2021

Hemofilia: o que é, causas e tratamento

Aprenda aqui as principais características da hemofilia, como ela se manifesta e como tratá-la!

Imagem: ismagilov/iStock

A hemofilia é uma doença relativamente sigilosa, que é transmitida geneticamente e que pode ser muito perigosa. Trata-se da incapacidade de o sangue coagular, ou seja, qualquer tipo de ferimento ou sangramento (interno ou externo) demora muito mais do que o normal para estancar.

Normalmente, ocorre mais na parte interna do corpo, como em órgãos e músculos, e apenas quando afeta a pele e partes visíveis a doença é mais facilmente identificável.

hemofilia
O sangue que não consegue coagular é sintoma da hemofilia. (imagem: Motortion/iStock)

Transmissão e causa

A hemofilia se propaga geneticamente, ou seja, sua única forma de transmissão se dá por questões hereditárias. É importante lembrar que é mais rara em pessoas do sexo feminino.

Sintomas

Como dito anteriormente, a hemofilia causa sangramentos longos de mais. O perigo é afetar algum órgão vital ou parte do corpo importante e assim causar maiores complicações. A suspeita da doença vem quando ocorrem sangramentos sem motivos aparentes pela pele, quando cortes demoram muito para cicatrizar, ou quando ocorrem sangramentos em músculos ou articulações. É importante ficar atento a esses fatores.

Tratamento

Não existe cura para essa doença, mas o tratamento é de fácil acesso pelo SUS. A hemofilia se divide em subclassificações, dependendo do gene que ela afetar. Por isso, o tratamento, segundo a Fiocruz, é feito por via intravenosa (pelas veias), fazendo a reposição do fator que estiver em falta. Existem vários fatores da coagulação no sangue.

A pessoa afetada pode conseguir esse fator ausente por meio de doação de sangue, ou de fabricação, com tecnologias de DNA (que costuma ser bem mais cara e inacessível).

Tipos de hemofilia

De acordo com a Fiocruz, a hemofilia é classificada em tipo A e B, que apresentam deficiência de fator VIII (oito) e de fator IX, respectivamente. Os sangramentos são iguais nos dois tipos, porém a dificuldade de estancar as hemorragias depende da quantidade de fator presente no plasma (líquido que representa 55% do volume total do sangue).

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