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Publicado em: 7 de março de 2020

O que as mulheres realmente querem – e merecem!

Igualdade de gêneros é um assunto importante, mas será só isso que as mulheres querem?

Imagem: jacoblund/iStock

Dia das mulheres.

Outro dia, passei por um restaurante mexicano e vi uma cena linda.

Uma mulher sentada, sozinha, com sua cerveja e batendo um pratão de nachos com bastante molho.

Segura, independente, plena.

E eu pensei: é isso que as mulheres querem.

Mais do que isso, elas merecem.

Eu mereço, caramba.

É óbvio que merecemos igualdade, respeito e êxito no trabalho.

Merecemos ganhar o dobro se o nosso trabalho for reconhecido.

Mas quero dizer… Nós, mulheres merecemos ainda mais, sabe?

Coisas mundanas, coisas simples, que a gente só percebe que merece quando já está fazendo.

As mulheres merecem um pratão de comida de pedreiro, mesmo que comam pouquinho.

É a intenção que importa, e elas – nós – merecem demais, exageradamente.

Muita atenção. Muito carinho. Muitos beijos, se assim quiserem.

Chega dessa coisa de rivalidade feminina, esse é o ano de você recuperar aquela amizade antiga que acabou por bobagem.

Ela não é mais bonita que você, nem você é melhor do que ela.

Vocês podem fazer um ótimo time juntas, pode acreditar.

Esse é o ano da sororidade, – tão falada atualmente! – esse é o ano da empatia, da plenitude, da independência feminina.

Mulheres merecem rir alto.

Tomar uma garrafa de vinho sozinhas.

Elas só querem sair sem ter ninguém enchendo o saco, meu Deus.

É pedir muito?

Elas só querem chegar em casa e dormir nuas.

Seja acompanhada ou não.

Elas querem dançar que nem malucas mesmo, sacudindo o corpo inteiro.

Elas querem chorar quando sentirem vontade, sem que isso seja motivo de fraqueza ou tristeza por causa de ex.

Às vezes a gente só quer chorar porque está cansada.

É sério.

Se a vida não é fácil pra você, amigo, pra gente é muito menos.

Portanto, vamos nos alegrar.

Enxergar esse dia não como mais um dia qualquer, mas um dia de celebrar a força e as nossas conquistas diárias.

Então, vamos nos unir e sentar todas pra tomar uma grande torre de cerveja.

Tô indo lá chamar a menina dos nachos!

Marina Estevão
Marina Estevão
Formada em Jornalismo pela PUC-RJ, sua paixão é escrever sobre o que vive, o que vê e o que sente. Afinal, toda história tem vários lados, o que muda é a forma de contá-la – sempre de bom humor.

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