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Publicado em: 28 de março de 2021

Síndrome pós-Covid-19: conheça os sintomas e saiba como tratar

Você já ouviu falar da síndrome pós-covid-19? Entenda do que se trata e como lidar.

Imagem: Prostock-Studio/iStock

Boa parte das pessoas que contraem Covid-19 se recupera completamente em poucas semanas. No entanto, é possível que mesmo quem teve versões leves da doença continue a sentir os sintomas após a recuperação, desenvolvendo a chamada síndrome pós-Covid-19.

Idosos e demais pessoas do grupo de risco têm maior probabilidade de apresentar sintomas persistentes de Covid-19, mas mesmo as pessoas jovens e saudáveis ​​podem se sentir mal por semanas a meses após a infecção.

Os sinais e sintomas mais comuns da síndrome pós-Covid-19 incluem: fadiga, falta de ar, tosse, dor nas articulações, dor no peito, diarreia e dor abdominal.

Outros sinais e sintomas de longo prazo podem incluir:

  • Dor muscular ou dor de cabeça;
  • Arritmia;
  • Anosmia (perda da capacidade de sentir cheiros);
  • Problemas de memória, concentração ou sono;
  • Erupções cutâneas;
  • Queda de cabelo.

Por que ocorre a síndrome pós-Covid-19?

(Imagem: Daniel Lozano Gonzalez/iStock)

Como é difícil prever resultados de longo prazo com a Covid-19, cientistas tem analisado os efeitos de longo prazo observados em vírus relacionados, como o vírus que causa a síndrome respiratória aguda grave (SARS).

Muitas pessoas que se recuperaram da SARS desenvolveram a síndrome da fadiga crônica, um distúrbio complexo caracterizado por fadiga extrema que piora com a atividade física ou mental, mas não melhora com o repouso.

A recomendação dos pesquisadores é que os médicos monitorem de perto as pessoas recuperadas de Covid-19 para ver como seu organismo está funcionando após a recuperação.

De acordo com a OMS, para os pacientes recuperados em casa, o ideal é monitorar o nível de oxigênio no sangue através do uso de um oxímetro de pulso.

Com o surgimento da possibilidade de problemas de saúde potencialmente duradouros da Covid-19,é ainda mais importante reduzir a propagação da doença, seguindo precauções como usar máscaras, evitar multidões e manter as sempre mãos limpas.

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