Aqui estão 4 questões para você levar em conta ao comprar e usar os modernos utensílios de cozinha.

1 Compre o que você achar útil

Um utensílio considerado crucial por um cozinheiro pode ser um atravanco para outro. E, para você, um desperdício de dinheiro. Há muitos bons cozinheiros que produzem, consistentemente, refeições maravilhosas sem jamais usar um proces­sador de alimentos. Nem mesmo um liquidificador, um micro-ondas ou um espremedor de sucos ou mesmo uma cafeteira. Muitos acham bem mais rápido e fácil bater ovos ou cremes com uma antiquada batedeira de mão. Ou com um batedor de ovos de arame. Quando o assunto são engenhocas, você precisa fazer o que lhe for mais conve­ni­ente.

2 Corte sobre madeira… ou plástico

Durante muito tempo os especialistas afirmaram que as tábuas de cortar carne e legumes de plástico eram mais higiênicas do que as de madeira. Supu­nha-se que a limpeza do plástico podia ser melhor do que a da madeira. Então, em 1994, pesquisadores declara­ram que a madeira reti­nha menos bacté­rias do que o plástico.

Estudos subse­quen­tes confundi­ram ainda mais as coisas, mas o consenso hoje é que não há muita diferença. As bactérias podem persistir nos dois mate­riais por um bom tempo. Então escolha o que você preferir e certifique-se de que as suas tábuas de cortar sejam bem lavadas com água quente e sabão após o uso. Lembrando que devem ser trocadas quando já estiverem muito danificadas.

3 Descubra o banho-maria

Chefs e cozinheiros experientes usam muito o banho-maria, que é ideal para conser­var o calor de alimentos, especial­mente molhos e sopas, sem que atinjam tempera­turas altas demais, e oferece uma ma­nei­ra infa­lível de derreter chocolate sem queimá-lo.

Você pode improvisar um banho-maria colocando uma tigela refratária – um pirex é per­feito – dentro de uma panela com água em fervura lenta. O ideal é que a tigela fique equili­brada na borda da panela, de maneira que a base esteja acima da água e não dentro dela.

Veja dicas de conservação que não vêm na embalagem.

4 Experimente o novo, mas guarde o antigo

Os fabricantes muitas vezes rotulam engenhocas novas como “avan­ços”. Eles afirmam que são substi­tu­tos supe­riores para as versões antigas do que já se en­con­tra nas gavetas da sua cozi­nha. Se vo­cê sucumbir à tentação e com­prar, guar­de o que você já tem – pelo menos até ter cer­teza de que sua nova aquisi­ção faz um trabalho melhor.

O antiquado ralador de quatro lados, por exemplo, ainda é a me­lhor ferramenta para ralar legumes e quei­jos como o cheddar. Também dá bom re­sultado com o parme­são. Outros modelos mais recentes podem ser igualmen­te bons, mas sua aquisição não é necessária.

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