Há 30 anos o telescópio Hubble tem fornecido imagens intrigantes das mais diversas estruturas do Universo. Confira algumas das mais notáveis registradas até então.

  • (NASA, ESA, and STScI/Divulgação)

    Esta bela galáxia, conhecida como NGC 5194 ou Galáxia do Rodamoinho, está localizada a 23.160.000 anos-luz da Terra.

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    Uma das mais célebres fotografias do telescópio Hubble revela a Nebulosa Carina e sua “montanha mística”, região de formação de novas estrelas.

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    Esta imagem inédita de duas nebulosas, capturada em homenagem ao 30º aniversário do telescópio Hubble, ficou conhecida como “Recife Cósmico”, por lembrar o fundo do oceano.

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    Captura de estrelas e poeira cósmica na galáxia Messier 98, que estima-se possuir cerca de um trilhão de estrelas.

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    Estrela LL ORI interagindo com a Nebulosa de Órion.

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    Foto de Júpiter, tirada em 27 de junho de 2019, revelando sua paleta de cores e a “Grande Mancha Vermelha”, região de intensas tempestades.

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    Registro da Nebulosa Borboleta, localizada a cerca de 4.000 anos-luz de distância da Terra, na Constelação de Escorpião.

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    Essa imagem revela a curiosa interação de duas galáxias distantes, conhecidas como Arp 142, lembrando a forma de um pinguim guardando seu ovo.

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    Outra foto icônica tirada pelo Hubble revela os “Pilares da Criação”, na Nebulosa da Águia, região que é berço de nascimento de novas estrelas.

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    Galáxia de Andrômeda, galáxia espiral mais próxima da Via Láctea, localizada a cerca de 2,54 milhões de anos-luz de distância da Terra.

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    Tirada em 1999, essa foto mostra a lua Io, uma das 67 luas de Júpiter, e sua sombra refletida na superfície do planeta.
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    Uma das fotografias mais importantes do Hubble mostra a existência de mais de 10 mil de galáxias no campo ultra profundo.

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    Localizada a 23 milhões de anos-luz de distância, essa galáxia é conhecida como Messier 106 e é o local de impressionantes jatos energéticos que lembram fogos de artifício.

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    Outra foto memorável do telescópio Hubble mostra a aproximação de duas galáxias distantes, NGC 6285 e NGC 6286.

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    Esta bela imagem revela em seu centro uma jovem estrela 200.000 vezes mais brilhante que o nosso Sol, que explode uma poderosa radiação ultravioleta e ventos estelares semelhantes a furacões, criando uma paisagem fantástica de gás e poeira.

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    Ondas enormes são esculpidas nesta nebulosa de dois lóbulos chamada Nebulosa da Aranha Vermelha.

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    NGC 1866 é um aglomerado de estrelas localizada nas bordas da Grande Nuvem de Magalhães, uma pequena galáxia localizada perto da Via Láctea.

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    Esta imagem revela a existência de um aglomerado de galáxias, estrutura que consiste em milhares de galáxias mantidas agrupadas pela gravidade.

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    Localizada na constelação de Leão Menor, essa galáxia, embora pareça uma faixa brilhante, também tem formato espiral e chama-se NGC 3432.

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    Urano pelas lentes do telescópio Hubble.

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    Hubble captura as etapas finais da vida de uma estrela.

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    NGC 2022, uma nebulosa planetária na constelação de Orion.

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    Nebulosa do Caranguejo do Sul, fotografada pelo Hubble em comemoração ao seu 29º aniversário.

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    Semelhante a uma nuvem, esta galáxia, conhecida como NGC 2655, é uma galáxia lenticular.

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    Esta brilhante galáxia espiral é conhecida como NGC 4100. 

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    Com o formato de uma roda de carro, esta é uma imagem da Galáxia Cartwheel, resultado de uma violenta explosão cósmica que aconteceu há mais de 200 milhões de anos.

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    Galáxia espiral NGC 3717, localizada a cerca de 60 milhões de anos-luz de distância da Terra, na constelação de Hidra.

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    Tirada na constelação de Gêmeos, os objetos astronômicos que vemos nos cantos são materiais expelidos de uma estrela que chegou ao fim de sua vida.

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    Esta imagem do Hubble mostra uma bela galáxia espiral chamada NGC 6744, muito parecida com a nossa Via Láctea.

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    Essa estrutura surpreendente trata-se da expansão de restos de uma estrela que explodiu cerca de 8.000 anos atrás na Nebulosa do Véu.