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Publicado em: 3 de maio de 2019

Dia das Mães: o amor materno no reino animal

Todos os dias são das mães. Autossacrifício, amor, proteção... o instinto materno não é só para os seres humanos.

Imagem: MaggyMeyer/iStock

No dia das mães, pode não haver presentes no reino animal, mas certamente as mamães não deixam faltar atenção. Também não faltam cuidados, um belo passeio, beijo ou carona quando o bebê está cansado, pelo tempo que for necessário.

A natureza

A cria é a segurança para a perpetuação da espécie, mas parece que os animais vão além do compromisso com a sobrevivência e cuidam de seus filhotes até que se tornem independentes. Até lá, é só amor e natureza.

Veja também o artigo ‘Quando os animais agem como seres humanos’.

  • ErikMandre/iStock

    Mamãe ursa

    Para manter a barriguinha dos filhotes cheia de leite, a ursa-parda não poupa esforços: os ursinhos voltarão para buscar mais durante uns dois anos.


  • Kamadie/iStock

    Mamãe girafa

    Uma queda de dois metros é a primeira impressão que a girafinha tem deste mundo. Nenhuma surpresa, é claro, porque as girafas são os maiores mamíferos terrestres; as fêmeas chegam a medir 4,5 metros de altura! Depois a mãe compensa qualquer trauma de infância cuidando com carinho do filhote recém-nascido. Com a língua de 45 centímetros, ela consegue colher 60 quilos de folhas por dia e pentear a pelagem do bebê como só as mães sabem fazer.


  • temis/iStock

    Mamãe rinoceronte

    O rinoceronte, por incrível que pareça, não é nenhum peso-pesado ao nascer. Pesando cerca de 40 quilos, o bebê põe na balança apenas um trinta e cinco avos do peso da mãe. Entretanto, logo nas primeiras semanas, seu peso dobra graças à ajuda valiosa do nutritivo leite materno, do qual o bebê consome até 20 litros por dia.


  • KarelGallas/iStock

    Mamãe cisne

    A fim de que fique tudo bem quentinho, a fêmea do cisne-branco arranca as plumas do abdome para manter contato direto com os ovos. Assim que rompem a casca do ovo, os filhotinhos penugentos podem explorar seu novo mundo, porém somente sob a estrita supervisão dos pais. As costas da mamãe são um descanso bem-vindo das tensões do ambiente – e também um bom lugar para tirar um cochilo e pegar uma carona.


  • MaggyMeyer/iStock

    Mamãe leoa 

    Os leões, ao contrário da maioria dos felinos, são animais muito sociais e vivem em grandes grupos chamados alcateias. Além de melhor para caçar, a vida em grupo também é boa para os filhotes, porque as leoas cuidam dos bebês das outras. Assim, os pequenos têm sempre a supervisão de um adulto e, o que é mais importante, um parceiro para as boas coisas da vida, como uma luta de brincadeira ou uma bela limpeza com a língua.


  • olga_gl/iStock

    Mamãe orangotango 

    Ao contrário de muitos primatas, em geral os orangotangos são solitários. Entretanto, quando cuidam dos filhotes, eles se unem aos parentes, atentos à família. Os indivíduos jovens ficam com a mãe e têm com ela uma relação muito íntima até os 7 anos. Nesse período, um dos deveres da mãe também é servir de “trepa-trepa”.


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