Durante séculos os seguidores do islamismo, do judaísmo e do cristianismo rezaram, se misturaram e entraram em conflito em Jerusalém.

Por PAUL ROBERT
Jerusalém

Imagem: PAUL ROBERT


Homens fazem as orações de sábado no “Muro das Lamentações”, ou muro ocidental do Monte do Templo. A seção das mulheres fica atrás da cortina à direita.

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Estudantes leem e discutem textos religiosos na sala de estudos de uma escola religiosa judaica na Rua El-Wad, ou Rua do Vale. A escola do século 19 foi abandonada depois da guerra árabe-israelense de 1948, mas reabriu quando Israel ocupou Jerusalém na Guerra dos Seis Dias, em 1967.

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As tensões são sempre tangíveis nos 650 metros da Rua do Vale, onde policiais de fronteira israelenses, fortemente armados, mantêm a ordem e patrulham os postos policiais, localizados perto uns dos outros.

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A Rua do Vale e a Via Dolorosa se encontram aqui, no quarto passo da Via Crúcis. A tradição diz que foi aqui que Cristo encontrou sua mãe enquanto carregava a cruz até o lugar da crucificação. O domo dourado é a Cúpula da Rocha, no Monte do Templo, de onde se acredita que Maomé ascendeu ao céu para sua visita noturna.

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Duas palestinas conversam diante das portas de bronze da Cúpula da Rocha. Durante a semana, o complexo sagrado em torno da cúpula é um oásis onde muçulmanos rezam, estudam o Corão ou, simplesmente, fogem do ruído e da agitação da cidade antiga.

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Às sextas-feiras, dezenas de milhares de muçulmanos entram no complexo do Monte do Templo para os sermões e orações da semana. Horas depois de partirem, começa o shabat judaico, e judeus ortodoxos passam pela Rua do Vale a caminho do Muro das Lamentações.

Jerusalém

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Emocionada, uma mulher ora junto à entrada do túmulo de Cristo na Igreja do Santo Sepulcro, que, segundo se acredita, inclui o local da crucificação e o túmulo do qual Cristo teria saído.