As mulheres que já passaram dos primeiros anos da vida adulta sabem como as amizades vão se transformando com o tempo.  Entre as amigas queridas e outras nem tanto, a humorista francesa Anne Roumanoff mostra na crônica de humor como são as diferentes amizades que temos hoje em dia:

 

Amiga de infância: Ela conhece seus segredos mais obscuros, mas você também conhece os dela, por isso ela se cala. Você torce para que ela tenha esquecido algumas coisas (primeiro cigarro, primeiro beijo, primeiro porre). O grande problema: ela não tem dúvida nenhuma sobre sua idade.

Amiga com filhos: Você a convida com os filhos para brincar com os seus. Mas os filhos das amigas raramente são amigos.

Amiga solteira: Não escolha uma bonita demais, a não ser que goste de correr riscos. Quando a apresentar a seu marido, mencione a personalidade complicada e o eczema purulento.

Amiga divorciada: Geralmente na fossa, mas sempre a fim de um cineminha.

Amiga do Facebook: O tipo de amiga que você pode desamigar com um simples clique, que nunca esquece seu aniversário e que posta comentários fascinantes em sua linha do tempo, como: “Está de folga no feriado? Gente de sorte existe mesmo!”

Amiga do trabalho: Quando você a encontra fora do escritório, parece que ainda está trabalhando. Nunca, jamais lhe diga seu salário, nem quando estiver bêbada às três da manhã.

Amiga perdida há tempos: Quando se encontrarem, você vai se lembrar por que parou de procurá-la.

Amiga casada: Quando ela se separar, se tomar partido, perderá a amiga. Se disser “Bem feito! Ele/ela é um monstro”, quando os dois voltarem, você perderá dois amigos.

Velha amiga: Só se aplica a homens. Mulheres são chamadas, com mais tato, de “amigas de infância”.

 

Por Anne Roumanoff