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Publicado em: 25 de janeiro de 2020

Histórias engraçadas reais para morrer de rir

Descubra que a vida real também pode ser engraçada.

Imagem: brizmaker/iStock

Quem foi que disse que a vida tem que ser chata e sem graça? As histórias abaixo são a prova de que a vida pode ser uma apresentação de stand-up se olharmos da forma certa!

Ao encontrar uma paixão mal resolvida, meu primo escreveu um bilhete:

“Quem ama não esquece. Se esqueceu, é porque não amou.” Pegou em sua mão, lhe entregou o pedaço de papel e disse:

– Leia e reflita! – e foi embora.

Já dentro do ônibus, o cobrador o chamou na roleta. Na mão do cobrador estava o bilhetinho. Ele havia entregado a ela seu vale-transporte.

RAFAEL DO NASCIMENTO

Fui até um mercadinho de hortifrúti perto de casa. De repente, um homem colocou uma nota de R$ 20 perto da caixa e pediu que ela trocasse. Quando ela abriu a gaveta, o homem mostrou uma arma e mandou que lhe entregasse todo o dinheiro. Fugiu, mas, na pressa, esqueceu a nota de R$ 20 no balcão. Na gaveta havia apenas R$ 15.

RENATO CURTY

Estava com a família num desses restaurantes que penduram artigos sobre cinema na parede. Fui falar com a recepcionista sobre nossa reserva.

Voltei e vi minha filha de 11 anos olhando intrigada o pôsters do Super-Homem numa cabine telefônica.

– Ela não sabe quem é o Super-Homem? – perguntei ao meu marido.

– Pior – respondeu ele. – Não sabe o que é uma cabine telefônica.

KAREN OLROFF

Uma amiga e eu viajamos para São Paulo a trabalho. Cumprimos a agenda pela manhã e fomos a um parque de diversões fazer hora, antes do voo de volta. Após duas horas e meia em filas, resolvemos andar apenas em brinquedos com fila pequena, e logo avistamos uma. Entramos nela e, após alguns minutos, descobrimos que era a do banheiro.

PATRÍCIA DIBE

Meus sobrinhos Pablo, 9 anos, e Leo , 3, estavam brincando na piscina do clube. Muito a contragosto, Pablo era o responsável por cuidar do irmão menor. Decidido a pular na água, Leo foi para a beirada da piscina e gritou:

– Pablo, me segura!

– Te seguro ou te afogo – disse o outro, implicando.

Muito sério, o pequeno respondeu:

– Eu só preciso que tu me segures. Para me afogar, eu me afogo sozinho.

LUCILENE SCHUCH

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