Histórias engraçadas, no sábado, depois de acordar mais tarde é tudo de bom! Ria com a família e os amigos e aproveite o dia.

Meu filho mais velho adora a escola, mas seu irmão mais novo a odeia. Um fim de semana ele chorou, se irritou e tentou todas as desculpas para não ter de ir na segunda-feira. Domingo de manhã, quando estávamos voltando da igreja para casa, a choradeira foi ficando mais e mais alta. Já sem argumentos, eu parei o carro e expliquei:
– Querido, é a lei. Se você não for à escola, eles colocam a mamãe na cadeia.
Ele olhou pra mim, pensou um momento e disse:
– Quanto tempo você vai ter de ficar lá?

— Trina Rees

Quando eu estava na sala de espera do consultório do meu médico, entrou uma mulher com um senhor de idade em uma cadeira de rodas. Enquanto ela foi à recepcionista, o homem ficou lá sentado, sozinho e em silêncio. No momento em que eu estava pensando em puxar assunto com ele, um menininho saiu do colo da mãe e foi em sua direção. Colocando sua mão sobre a do homem ele disse:
– Sei como você se sente, minha mãe também me obriga a ficar no carrinho.

— Steve Anderson

Correndo para chegar ao cinema, eu e meu marido dissemos às crianças que deveríamos sair “agora mesmo” – instante no qual nossa filha adolescente foi para o banheiro se maquiar. Seu pai gritou para que se apressasse e entrou na garagem, resmungando. A caminho do cinema, meu marido olhou pelo retrovisor e flagrou nossa filha passando batom e blush, o que acarretou o sermão previsível. Ele disse:
– Olhe para a sua mãe, ela não se maquiou toda só para se sentar na sala escura do cinema.
Do fundo do carro, ouvi:
– É, mas a mamãe não precisa de maquiagem.
Com o coração inflado por causa do elogio, me virei para agradecer a minha doce e gentil filha quando ela continuou:
– Ninguém olha pra ela.

— Delores Brewington

Sou professora da primeira série. Estava com meus alunos na hora do lanche, quando um deles se aproximou de mim e pediu:
– Professora, minha mãe fechou esta garrafinha com muita força… A senhora pode abrir para mim?
– Claro! – disse eu. E acrescentei: – Faz… ? (Esperando ouvi-lo completar com “favor”.)
Mas ele me disse:
– Faz FORÇA, , professora!!!

— Sandra Kayo

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