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Publicado em: 19 de janeiro de 2019

Piadas de trabalho para curtir no final de semana

Divirta-se com as piadas da vida profissional.

Imagem: TopVectors/Istock

Já passou por situações engraçadas em seu ambiente de trabalho? Essas pessoas, sim. Leia abaixo suas histórias e morra de rir.

O nome da proprietária do supermercado que me contratou para prestar serviços não era muito comum: Leandra. Guardar nomes de pessoas não é o meu forte. Temendo que eu pudesse esquecê-lo na próxima visita, e, portanto, criar uma situação constrangedora, resolvi adotar a técnica aprendida em um curso de memorização. Como, na época, a dupla Leandro e Leonardo fazia muito sucesso, decidi que para não esquecer o nome dela pensaria nos cantores. Chegou o dia e não deu outra: na recepção, não conseguindo me lembrar do nome da mulher, me veio à mente a técnica que me salvaria do “mico”.

– Por gentileza, eu gostaria de falar com a Leonarda.

Paulo César Sartori

Sou estagiária de Pedagogia em uma escola e minha função é monitorar o recreio das crianças. Certo dia, uma garotinha se aproximou com uma garrafa de refrigerante nas mãos.

– Abre para mim? – pediu ela, com delicadeza.

Eu, querendo lembrar-lhe as regras de boas maneiras, perguntei:

– E qual é a palavrinha mágica?

Ela disse que não sabia, mas, em seguida, pensou um pouquinho e respondeu:

– Abracadabra para mim?

Sandra Denise L. Melo

Durante um treino de voo, reparei que o nosso instrutor se referia ao motor como “condicionador de ar”. Quando um outro estudante lhe perguntou o motivo, ele respondeu:

– Porque quando ele parar de girar, você vai começar a suar.

John Healy

Nossa empresa estava de mudança para um novo prédio e os funcionários receberam um memorando que sugeria etiquetar todos os pertences para que nada se perdesse. Um colega de trabalho, tomando ao pé da letra, colocou esta etiqueta em seu grampeador: “GRAMPEADOR”.

Sandra Edwards

Minha amiga é enfermeira do serviço de resgate de São Paulo e atua na central de chamadas. Sua função é atender as ligações e fazer a triagem, avaliando a gravidade da ocorrência e o tipo de viatura que deve enviar. Uma noite, ela recebeu o telefonema de um homem com voz agitada, que acabara de ser atacado por um cão.

– Onde o senhor está ferido?

– Na mão… Está sangrando!

– O senhor conhece o cão que te mordeu?

– É do meu zinho.

– E o senhor sabe se o cão é vacinado?

– Escute aqui, enfermeira, a senhora está mais preocupada com o cão do que comigo?!

Ruth H. Osava

Estacionei o meu carro em local proibido porque não encontrava vaga e estava sem tempo para procurar. Deixei lá mesmo, sabendo que corria o risco de ter o veículo rebocado. Preocupado, passei o dia pensando nisso e decidi ligar para uma amiga que trabalha na polícia a fim de descobrir para onde levam os carros em casos como este; assim saberia onde procurar o meu.

– Não sei, mas eles deixam um aviso preso no limpador de para-brisa.

Alena Vañhová

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