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Publicado em: 5 de abril de 2020

A bondade de estranhos – 4 histórias de compaixão

Talvez tudo que o mundo precise seja de um pouco mais de carinho e compaixão...

Imagem: Mladen Zivkovic/iStock

Pedimos aos leitores histórias de compaixão que viveram. Aqui estão 4 que tocaram a vida deles… e nosso coração. Ao mesmo tempo, estas histórias, para reflexão sobre a bondade de estranhos, são um incentivo ao otimismo e à compaixão.

Veja também nosso artigo Seja otimista e ganhe mais anos de vida.

  • Stas_V/iStock

    Segredos do coração

    Há alguns anos, passei por um término de namoro especialmente difícil. No trajeto de ônibus até a faculdade eu costumava escutar música nos fones de ouvido. Nesse dia, uma canção que havia marcado o relacionamento tocou.

    Ao me ver chorar, a senhora sentada ao meu lado ofereceu um lenço, me deu a mão e, sem saber o motivo das lágrimas, disse:

    – Não se preocupe, filha. O amor é mesmo assim. Mas pode ter certeza de que tudo isso vai passar.

    Passou, mas a lembrança daquela senhora ficará para sempre.

    Clara Mesquita – Nova Iguaçu, Rio de Janeiro


  • SACheckley/iStock

    O homem no supermercado

    Quando a caixa do supermercado fechou a conta, o total ficou 12 dólares acima do que eu tinha na carteira.

    Comecei a retirar itens das sacolas, mas outro freguês me entregou uma nota de 20 dólares.

    – Por favor, não precisa – recusei.

    – Vou lhe contar uma história – disse ele. – Minha mãe está internada com câncer. Eu a visito todo dia e levo flores. Hoje de manhã, ela se zangou comigo por lhe comprar mais flores. E mandou que eu fizesse outra coisa com o dinheiro. Então, por favor, aceite. São as flores de minha mãe.

    Leslie WagnerPeel, Arkansas


  • PrairieEyes/iStock

    O vestido de minha neta

    Vi num brechó um vestido que minha neta adoraria. Mas o dinheiro andava curto, e perguntei à dona da loja se ela o guardaria para mim.

    – Posso comprar o vestido para você? – perguntou outra freguesa.

    – Obrigada, mas não posso aceitar um presente desses – respondi.

    Então ela me contou por que achava tão importante me ajudar.

    Ela passara três anos morando na rua e, se não fosse a bondade de desconhecidos, não teria conseguido sobreviver.

    – Não moro mais na rua, mas prometi a mim mesma que retribuiria a bondade que tantos tiveram comigo.

    Ela comprou o vestido e o único pagamento que aceitou em troca foi um abraço sincero.

    Stacy LeeColumbia, Maryland


  • fizkes/iStock

    Boa educação

    As crianças brincavam na área de recreação de uma loja de móveis, e minha neta de 5 anos fez um gesto para um menininho parar. Então se ajoelhou na frente dele e amarrou seus cadarços – ela acabara de aprender aquilo. Nenhuma palavra foi dita, mas, quando minha neta terminou, os dois sorriram com timidez e saíram correndo um para cada lado.

    Sheela Mayes – Olla, Louisiana

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