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Publicado em: 1 de janeiro de 2021

Confira as notícias do mundo da medicina

Fique por dentro das mais recentes pesquisas da área da saúde e mantenha-se informado.

Imagem: oatawa/iStock

Manter-se bem informado é muito importante para fazer escolhas conscientes. A informação segura e confiável é também a melhor forma de prevenção contra as notícias falsas. Por isso, nós reunimos algumas pesquisas sobre saúde e bem-estar que vão ajudá-lo a manter-se bem informado.

Como o açúcar alimenta a tristeza nas festas

Esta época festiva do ano é sabidamente estressante e pode até exacerbar a depressão. Uma providência que se pode tomar é limitar os doces. O açúcar melhora o humor momentaneamente, mas faz a pessoa se sentir pior a longo prazo. De acordo com um estudo de revisão da Universidade do Kansas, talvez seja porque o consumo excessivo de açúcar promove inflamações e interfere com o equilíbrio de micro-organismos do intestino, alguns fatores fisiológicos ligados à depressão. Eliminar completamente os alimentos adoçados não é uma meta realista, mas tente não ingerir mais de 25 gramas de açúcar por dia.

A Cannabis pode prejudicar o coração

Noticias medicina
Imagem: Volodymyr Kalyniuk/iStock

São muitas as declarações sobre os efeitos clínicos bons e ruins da Cannabis. A verdade é que, por ter sido considerada ilícita por muito tempo, os cientistas não sabem muito sobre ela. Quando se trata do sistema cardiovascular, parece que os dois principais ingredientes ativos têm efeito oposto: o canabidiol (CBD) baixa a pressão arterial, e o tetra-hidrocanabinol (THC) a eleva. Mas não importa se há pouco ou muito THC; inalar fumaça de maconha aumenta o monóxido de carbono no sangue, de acordo com uma declaração recente da Associação Cardíaca Americana. A exposição regular tem sido ligada a derrames, e novas pesquisas podem revelar mais riscos. Por enquanto, a Associação não recomenda fumar nem vapear Cannabis.

Atividade física salva milhões de vidas

Todos sabemos que a preguiça é um dos pecados mortais. Realmente, exercícios insuficientes contribuem para cerca de 3,2 milhões de mortes no mundo inteiro. Por outro lado, a atividade física previne um número ainda maior de mortes, inclusive 3,9 milhões que seriam consideradas “prematuras” (antes dos 75 anos). Não se esqueça disso se prefere a motivação positiva ao medo das consequências negativas. Os pesquisadores britânicos, australianos e franceses que fizeram as contas argumentam que deveríamos comemorar o que os exercícios já fazem para incentivar cada vez mais gente a se mexer.

Idosos: cuidado com estes remédios

Pesquisadores da Universidade McGill, em Montreal, constataram recentemente que medicamentos talvez inadequados foram receitados no momento da alta a dois terços dos idosos hospitalizados. É provável que esses remédios causem mais mal do que bem em pessoas com mais de 65 anos, que correm mais risco de que- das e outros efeitos colaterais problemáticos. Entre eles, estão os inibidores de bomba de prótons (a não ser que haja hemorragia estoma- cal ou úlcera gástrica) e as benzodiazepinas (que vale a pena tomar em caso de epilepsia ou ansiedade grave, mas não de insônia). Peça ao médico que, antes de passar a receita, consulte a lista completa desse tipo de medicamento no site da American Geriatrics Society (Sociedade Geriátrica Americana).

Não compre higienizador de má qualidade

Noticias da medicina
Imagem: TRADOL LIMYINGCHAROEN/iStock

Se comprou higienizador de mãos ultimamente, é provável que você tenha notado que as opções se multiplicaram. Novos fabricantes entraram no mercado em resposta à Covid-19, mas nem todos são seguros. Por exemplo, alguns contêm substâncias perigosas, como o metanol. Alguns governos publicaram alertas sobre marcas a evitar. Tome cuidado com produtos com álcool a menos de 60%, que não mata muitos germes. O melhor método para matar micróbios continua a ser a lavagem das mãos com água e sabão; os higienizadores são um mero substituto quando lavar não é possível, como em plena rua.

A histerectomia não é a única solução para miomas

Em geral, eles não põem a vida em risco, mas os miomas, mais comuns entre os 30 e os 50 anos, são uma fonte de dor recorrente em cerca de uma em cada seis mulheres. Esses tumores uterinos não cancerosos também podem provocar inchaço, relações sexuais dolorosas, vontade constante de urinar e menstruações intensas e difíceis. Durante anos, a histerectomia (remoção cirúrgica do útero) foi o tratamento para todos os casos. Mas, como muitas mulheres querem conceber depois dos 30 anos, há necessidade de tratamentos que aliviem os sintomas mas conservem a capacidade de criar uma família. Quem não planeja ter filhos também pode achar que o problema não justifica a remoção do órgão.

Cientistas britânicos compararam duas novas alternativas que poupam o útero: a miomectomia (remoção do mioma) e a embolização uterina (bloqueio do fluxo sanguíneo do tumor). Os dois tratamentos se mostraram eficazes no alívio dos sintomas, e as mulheres foram capazes de dar à luz. Dois anos depois, em comparação com as que fizeram a embolização, as pacientes que passaram pela miomectomia tinham uma qualidade de vida um pouco melhor em termos da saúde, embora a internação hospitalar inicial fosse mais longa. O médico pode ajudá-la a examinar com detalhes os prós e os contras de cada opção.

Repetir mais uma vez não faz mal

Muitos comem demais nas festas de fim de ano – e tem em imediatamente o impacto sobre a saúde. Mas acontece que podemos estar nos preocupando à toa. Num estudo britânico da Universidade de Bath que soa mais divertido do que os outros, rapazes saudáveis comeram o máximo de pizza que conseguiram. Em média, eles ingeriram cerca de 3 mil calorias, muito mais do que a necessidade diária da maioria dos adultos. Mas sua glicemia não subiu mais do que subiria após uma refeição normal, e o nível de gordura no sangue só ficou um pouco mais alto do que de costume. É claro que comer demais com frequência pode causar obesidade, diabetes e uma série de outros problemas de saúde. Mas um exagero ocasional não basta para provocar consequências metabólicas.

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