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Publicado em: 16 de outubro de 2020

3 passos para ter uma vida mais feliz de acordo com a medicina

Descubra quais são os três pilares da sua saúde que podem influenciar no seu humor.

Imagem: mucahiddin/iStock

Embora a alimentação tenha uma profunda influência no funcionamento cerebral, as vantagens de uma dieta saudável poderiam ser superadas por outros fatores de estilo de vida. A boa notícia é que, quando você aprimorar seu estilo de vida, seu corpo inteiro será beneficiado.

Os 3 passos para uma vida mais feliz e saudável

Passo 1: Reduzir o estresse

estresse emocional
Imagem: Prostock-Studio/iStock

O estresse é a resposta de curto prazo do corpo a um desafio, mantendo o cérebro em alerta com um bom suprimento de adrenalina e de combustível para o pensamento acelerado e a reação rápida. Contudo, o estresse constante é prejudicial ao cérebro.

O estresse aumenta os níveis de glicose no sangue e a pressão arterial, causa inflamação e afeta o sono e a função intestinal. Ele impede o organismo de executar tarefas normais de manutenção que o deixam restabelecido e saudável, e aumenta o risco de depressão.

O estresse crônico impede o cérebro de estabelecer memórias novas ou de ser capaz de recuperar memórias armazenadas. Você talvez não consiga fazer nada quanto à causa do estresse, mas existem estratégias que podem ajudar a reduzir o impacto sobre a saúde do seu corpo e do cérebro.

  • Tenha como prioridade dormir o suficiente e exercitar-se de forma regular.
  • Reserve um tempo para as coisas que precisa fazer e abandone a multitarefa, enfrentando uma tarefa de cada vez.
  • Sorria – o sorriso ativa algumas das substâncias químicas do cérebro associadas a emoções felizes.
  • Reserve um tempo para fazer pequenas gentilezas e lembrar-se de todas as coisas pelas quais você é grato.
  • A respiração lenta, suave, e exercícios de relaxamento, meditação ou ioga contrapõem-se aos efeitos físicos e mentais do estresse.

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Passo 2: Exercitar-se

Jovem praticando exercicio fisico ao ar livre
Imagem: Prostock-Studio/iStock

Além dos benefícios para a saúde cardiovascular, a densidade óssea e o funcionamento das articulações, o exercício aeróbico gera hormônios que estimulam a produção de novos neurônios, resultando em uma função de memória melhor e um acréscimo ao tamanho do hipocampo (a parte da memória do cérebro).

As ações que combinam atividade social, física e mental são as melhores – dança, grupos de caminhada e trilha são bons exemplos. O exercício acentua também outros aspectos da função mental, tais como o estado de alerta, a concentração e a melhora do humor. Em parte, isso se deve ao aumento da circulação do sangue, mas também porque permite à mente a liberdade de relaxar.

Pessoas com sobrepeso e obesas muitas vezes pensam que não podem se exercitar. No entanto, isso é um engano comum; qualquer pessoa pode se exercitar, basta consultar o médico antes de começar qualquer atividade para saber qual a melhor opção.

Pessoas obesas que praticam exercícios regulares tendem a ter melhores resultados de saúde do que as com peso normal que nunca fazem exercícios, e esses resultados incluem saúde do cérebro.

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Passo 3: Dormir bem 

Como dormir bem
Imagem: millann/iStock

O sono acontece em ciclos que se alternam entre o sono REM, que revigora o cérebro, e o sono profundo, que repousa o corpo.

Durante o sono REM, ocorrem o sonho e a consolidação das memórias. Este é o sono que o faz se sentir alerta no dia seguinte. No início da manhã, a quantidade de sono REM está aumentando, portanto este é o principal tipo que você perderá se for acordado, ou se ingeriu álcool.

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A dopamina está envolvida na regulação dos ciclos de sono-vigília e é responsável pelo estado de alerta após o sono REM. Em estudos com animais, nos quais a dopamina é bloqueada, o sono REM não acontece.

Perder o sono REM repetidamente diminui o número de receptores de dopamina. Isso quer dizer que, mesmo depois de um raro dia em que conseguiu dormir até tarde, você pode acordar sentindo-se cansado, mal-humorado e sem concentração. Pesquisadores também suspeitam de que a deficiência de dopamina seja responsável pela síndrome das pernas inquietas, que pode levar algumas pessoas a uma noite sem descanso.

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