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Publicado em: 28 de julho de 2019

Alimentos fermentados: agitam ou acalmam o abdome?

Descubra se os alimentos fermentados fazem realmente bem para seu intestino ou não.

Imagem: alexialex/iStock

Há uma diferença entre alimentos fermentáveis e fermentados. Alguns alimentos fermentados são bons para o abdome; outros podem ser prejudiciais para certas pessoas. Diversos tipos de bactérias conseguem iniciar o processo da fermentação, assim como vários tipos de levedos, bolores e fungos. E nem todos vivem no intestino. Quando essas bactérias ou levedos se combinam com alimentos diferentes, os resultados podem ser deliciosos – pense em vinho, queijo, vinagre, iogurte e picles.

Por exemplo, ao preparar iogurte, você mistura leite com Lactobacillus bulgaricus e Streptococcus thermophiles. Essas bactérias fragmentam parte da lactose do leite. Logo, é possível que o que sobra seja mais fácil de ser processado pelo estômago. Assim, alimentos fermentados costumam ser considerados “probióticos”, bons para o intestino.

No entanto, cuidado!

Muitos alimentos fermentados também contêm FODMAPs, um conjunto de carboidratos rapidamente fementáveis que são mal absorvidos pelo nosso organismo e que podem causar desconforto intestinal e talvez anulem seus benefícios digestivos. Um exemplo é o kimchi – um prato coreano condimentado, que pode ser servido com quase tudo, desde macarrão até refogados à moda oriental. Esse prato costuma ser preparado com acelga e cebolinha. Vale ressaltar que a acelga apresenta alto teor de FODMAPs, assim como a parte branca da cebolinha. A não ser que seja preparado com repolho comum e a parte verde da cebolinha. Da mesma forma, se você gostar de kefir, uma bebida fermentada à base de leite e grãos de kefir, verifique o rótulo a fim de garantir que contenha baixo teor de lactose (a maioria contém).

Se você tem tendência a gostar de doces, pode demorar um pouco a se habituar aos alimentos fermentados, pois os ácidos produzidos pela fermentação lhes conferem um gosto azedo. No entanto, é possível aprender a gostar do iogurte grego natural (ou, ao menos, combiná-lo com adoçantes “amigos”) – e talvez perceber o quanto o iogurte faz bem, sobretudo à barriga.

Leia também: Iogurte de leite de coco: uma opção gostosa e bem natural

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