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Publicado em: 8 de maio de 2019

Fototerapia: uma alternativa contra os transtornos do sono

A fototerapia é um método promissor e sua eficácia para tratar transtornos do sono é reconhecida pela medicina.

Imagem: Deagreez/iStock

Todos os processos que ocorrem naturalmente no corpo são regulados por relógios internos. A luz é o principal orientador desses relógios. Assim, a falta de luz por períodos prolongados afeta o sono de modo negativo e pode levar as pessoas a entrarem no círculo vicioso de um transtorno do sono.

A fototerapia como forma de tratamento

A fototerapia costuma ser prescrita para a depressão (principalmente no caso das depressões de inverno, que são relativamente comuns em países frios do Hemisfério Norte). Entretanto é válido experimentar essa terapia também em transtornos de adormecimento e do sono.

Durante o tratamento, os pacientes olham diariamente para uma lâmpada de luz terapêutica acesa ou para alguma fonte de luz clara semelhante por cerca de 20 a 60 minutos a uma distância mínima de um metro. Para ter maior eficácia, deve-se usar uma intensidade de iluminação de 10.000 luz (durante meia hora) ou 2.500 lux (durante duas horas). É importante que a luz incida sobre a retina.

Para complementar o tratamento, os pacientes devem também se expor à luz natural do dia por tempo suficiente.

Em geral bastam dois período de meia hora ao ar livre, mesmo quando estiver nublado ou chovendo.

Qual o efeito da fototerapia?

A exposição à escuridão promove a produção da melatonina, o hormônio do sono, no cérebro. Por volta das 3 h da manhã em diante, a produção desse hormônio começa a ser reduzida gradativamente. A melatonina não age apenas como estimulante do sono, mas também como supressor de humor. Uma sessão de fototerapia após o despertar inibe a produção de melatonina e acelera a eliminação da melatonina presente no organismo. Dessa forma, o bom humor matinal é estimulado e o corpo começa o dia mais bem-disposto.

Aviso médico!

“As lâmpadas normais e os despertadores com fonte luminosa não são iguais à luminária terapêutica. Não devem, portanto, ser utilizados para fins de fototerapia, muito menos como medida de autotratamento. A fototerapia deve ser feita por um médico especializado. É necessário passar por um exame geral e oftalmológico minucioso, bem como seguir um aconselhamento detalhado.”

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