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Publicado em: 4 de julho de 2019

23 histórias de amor para ler nas férias

Histórias de amor para um descanso merecido e para relaxar

Imagem: vladans/iStock

Nossas dicas de histórias de amor vão do século XIII ao XXI, indo e vindo, passeando por livros que foram levados às telas de cinema.

Aliás, sem julgamento ou apego a datas, poderemos descobrir o que torna os clássicos populares e como os populares se tornam clássicos. Vamos conhecer algumas obras de grandes escritores. Sem dúvida, pode ser de um tempo longínquo, de ontem ou de hoje.

Prepare-se para uma viagem! 

Veja também como fazer com que os seus filhos criem o hábito de ler e aprendam a valorizar os livros.

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    1 Romeu e Julieta (1597)

    William Shakespeare

    Clássica história escrita no século XVI, ainda hoje, é uma referência ao amor romântico.

    Sinopse 

    Há muito tempo duas famílias banham em sangue as ruas de Verona. Enquanto isso, na penumbra das madrugadas, ardem as brasas de um amor secreto. Romeu, filho dos Montéquio, e Julieta, herdeira dos Capuleto, desafiam a rixa familiar e sonham com um impossível futuro, longe da violência e da loucura.


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    2 O morro dos ventos uivantes (1847)

    Emily Brontë

    Este foi o único romance da escritora britânica. Hoje considerado um clássico da literatura inglesa, recebeu fortes críticas no século XIX.

    Sinopse

    Esta é uma história de amor e obsessão. E de purgação, crueza, devastação. No centro dos acontecimentos estão a voluntariosa e irascível Catherine Earnshaw e seu irmão adotivo Heathcliff. Rude nos modos e afetos, humilhado e rejeitado, ele aprende a odiar; mas com Catherine desenvolve uma relação de simbiose, paixão e também perversidade. Nada destruirá a essência desse laço – porém quando ela se casa com outro homem, por convenções sociais, as consequências são irreparáveis para todos em volta.


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    3 Orgulho e preconceito (1813)

    Jane Austen

    Este livro, que a própria autora considerava “seu filho mais querido”, é uma das mais comoventes histórias de amor já escritas. Teve oito adaptações para a televisão e o cinema. Romance clássico que inspira novas edições e novos pares romântico para interpretar Mr. Darcy e Elizabeth Bennet no cinema.

    Sinopse

    A chegada de um jovem solteiro e rico à vila de Longbourn causa um grande alvoroço na família Bennet, cujas cinco filhas – a bela Jane, a sensata Elizabeth, a culta Mary, a imatura Kitty e a desvairada Lydia – foram criadas com um único propósito na vida: encontrar um bom marido. No início do romance, Mr. Bingley, um jovem e saudável cavaleiro, aluga uma propriedade no campo chamada Netherfield, perto dos Bennet. Ele chega à cidade acompanhado de suas irmãs, Caroline Bingley e Louisa Hurst, seu cunhado, Mr. Hurst, e de um amigo, Mr. Darcy.


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    4 Anna Karenina (1877)

    Liev Tolstói

    O romance começa com uma das frases mais citadas, um dos começos mais conhecidos da literatura universal:

    “ Todas as famílias felizes são iguais. As infelizes o são cada uma à sua maneira ”

    Sinopse

    A trama gira em torno do caso extraconjugal da personagem que dá título à obra, uma aristocrata da Rússia Czarista que, a despeito de parecer ter tudo (beleza, riqueza, popularidade e um filho amado), sente-se vazia até encontrar o impetuoso oficial Conde Vronsky, com quem inicia um caso amoroso.

    Curiosidade: a estacão de trem de Obiralovka que aparece na penúltima parte do livro fica na hoje conhecida cidade de Jeleznodorojny, Moscovo, Rússia.


  • Divulgação

    5 A culpa é das estrelas (2012)

    John Green

    Este é o sexto romance do autor. Lançado em janeiro de 2012, ficou em primeiro lugar na lista dos bestsellers em junho do mesmo ano. Green é um dos escritores norte-americanos mais queridos pelo público jovem.

    Sinopse

    A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer. Hazel e Gus são inteligentes, têm ótimo senso de humor e gostam de brincar com os clichês do mundo do câncer – a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.


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    6 A Moreninha (1844)

    Joaquim Manuel de Macedo

    Esta obra ainda continua sendo citada para ilustrar o início da ficção do romantismo brasileiro. Leitura saudosa para os que já frequentaram a Ilha de Paquetá, que os jovens podem redescobrir nos dias de hoje.

    Sinopse

    Quatro estudantes de Medicina (Filipe, Leopoldo, Augusto e Fabrício) passam o feriado na casa da avó de Filipe, na ilha de Paquetá. Um deles apostou que se ficasse apaixonado por uma mulher por mais de quinze dias, escreveria um romance contando a história desta paixão. A partir daí, Augusto conhece Carolina (a Moreninha ) por quem se apaixona. O único obstáculo à união dos dois é a promessa de fidelidade feita pelo estudante a uma menina que conhecera na infância e cujo paradeiro e identidade desconhecia. Porém, esse empecilho é resolvido no fim do livro, causando surpresa aos leitores e personagens do enredo.


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    7 Senhora (1874)

    José de Alencar

    O escritor foi o fundador do romance de temática nacional e indianista. Além de dramaturgo, jornalista e advogado, ele também foi político.

    Sinopse

    Aurélia Camargo, filha de uma pobre costureira e órfã de pai, depois de perder seu irmão apaixonou-se por Fernando Seixas – homem ambicioso – com quem namorou. Este, porém, desfaz a relação, movido pela vontade de se casar com uma moça rica, Adelaide Amaral, e pelo dote ao qual teria direito de receber.

    Passado algum tempo, Aurélia, já órfã de mãe também, recebe uma grande herança do avô e ascende socialmente. Passa, pois, a ser figura de destaque nos eventos da sociedade da época. Dividida entre o amor e o orgulho ferido, ela encarrega seu tutor e tio, Lemos, de negociar seu casamento com Fernando por um dote de cem contos de réis. O acordo realizado inclui, como uma de suas cláusulas, o desconhecimento da identidade da noiva por parte do contratado até as vésperas do casamento.

    Ao descobrir que sua noiva é Aurélia, Fernando fica muito feliz, pois, na verdade, nunca deixou de amá-la. A jovem, porém, na noite de núpcias, deixa claro: “comprou-o” para representar o papel de marido que uma mulher na sua posição social deve ter.


  • simonapilolla/iStock

    8 O amor nos tempos do cólera (1985) 

    Gabriel García Márquez

    O mais popular escritor de língua espanhola desde Cervantes, Gabo faleceu em 2014. Escritor colombiano, deixou obras que ganharam tradução em diversas línguas. Também é dele o livro Cem Anos de Solidão (1967).

    Sinopse

    Ainda muito jovem, o telegrafista, violinista e poeta Gabriel Elígio Garciá se apaixonou por Luiza Márquez, mas o romance enfrentou a oposição do pai da moça, coronel Nicolas, que tentou impedir o casamento enviando a filha ao interior numa viagem de um ano. Para manter seu amor, Gabriel montou, com a ajuda de amigos telegrafistas, uma rede de comunicação que alcançava Luiza onde ela estivesse. Essa é a história real dos pais de Gabriel García Márquez e foi ponto de partida de O amor nos tempos do cólera, que acompanha a paixão do telegrafista, violinista e poeta Florentino Ariza por Fermina Daza.


  • Daria Trefilova/iStock

    9 Cyrano de Bergerac (1897)

    Edmond Rostand

    A peça Cyrano de Bergerac transformou Rostand num verdadeiro ídolo do público francês. A obra foi inspirada na vida de Hector Savinien de Cyrano de Bergerac, que tinha complexo por seu grande nariz, também escritor na mesma época.

    Sinopse

    Cyrano de Bergerac era um excelente espadachim e grande poeta, mas tinha um problema – seu nariz era enorme. E esse era também o motivo de não declarar seu amor à doce e linda Roxana, sua prima querida. Cristiano, o barão de Neuvillette, também se apaixonou por Roxana e acabou aceitando a proposta feita por Cyrano para formarem uma dupla romântica – a bela figura de Cristiano somada aos poemas e à finura de Cyrano –, a fim de conquistarem o coração da bela dama. Um clássico da literatura mundial em que a aparência é o que menos importa.


  • sandr2002/iStock

    10 Tristão e Isolda (séc. XIII)

    Anônimo

    A trágica história de amor entre o cavaleiro Tristão, originário da Cornualha, e a princesa irlandesa Isolda, é uma história medieval de amor baseada em uma lenda celta.

    Sinopse

    A história se passa na Cornualha, uma ilhota localizada no norte da Europa, e também na Irlanda.

    Narra, principalmente, as aventuras do jovem Tristão, dentre elas o maravilhoso feito de matar um dragão que assolava a Irlanda e punha a vida da família real irlandesa em risco.

    Já Isolda, a princesa da Irlanda descendente de fadas, precisa seguir em frente, mesmo vivendo presa no castelo do guerreiro que ela crê que a enganou. Imprevisivelmente, acabam se apaixonando.


  • isaxar/iStock

    11 Persuasão (1818)

    Jane Austen

    Ambientado na Inglaterra rural do século XIX, este foi o último romance da autora. A história se passa em Bath, e, como em seus outros livros, a narrativa gira em torno do casamento da protagonista.

    Sinopse

    Anne Elliot, filha de um vaidoso e esnobe baronete, apaixona-se por Frederick Wentworth, um jovem ambicioso e inteligente, mas sem conexões familiares importantes. Obedecendo à recomendação da sua família, Anne sacrifica seu grande amor por conveniências sociais, e, ao fazê-lo, fecha-se para novos relacionamentos, recusando inclusive uma proposta de casamento.

    Oito anos depois, Frederick, agora mais velho e rico, ressurge, abalando a ordem estabelecida e a paz familiar.


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    12 Madame Bovary (1857?)

    Gustave Flaubert

    Após a publicação deste livro, o autor foi processado por ofender a moral pública. Mas foi, e ainda é, grande seu sucesso: uma história atual sobre desilusão, infidelidade e a busca pela felicidade.

    Sinopse 

    A história trata da desesperança e do desespero de uma mulher que, sonhadora, se vê presa em um casamento insípido, com um marido de personalidade fraca, em uma cidade do interior. O romance mostra o crescente declínio da vida – interna e externa – de Emma Bovary.


  • Divulgação

    13 … E o vento levou (1936)

    Margaret Mitchell

    O livro foi o ganhador do prêmio Pulitzer de 1937. Sua adaptação para as telas, em 1939, tornou-o um dos maiores clássicos do cinema. O filme foi indicado a 13 Oscars, ganhando oito, inclusive o de melhor filme e de melhor atriz para a inesquecível e afetada Scarlett O’Hara de Vivien Leigh.

    Sinopse 

    A narrativa traz a impressionante história da bela Scarlett O’Hara e de sua transformação de jovem impetuosa e mimada em mulher prática e disposta a tudo para conseguir o que deseja.

    Frustrada por não conseguir se casar com Ashley Wilkes, Scarlett acaba se envolvendo com o charmoso aventureiro Rhett Butler, com quem viverá uma das histórias de amor mais célebres e conturbadas da literatura. Mitchell descreve de maneira impressionante a Guerra Civil norte-americana e retrata as grandes mudanças que pavimentaram a história dos Estados Unidos e enterraram para sempre um estilo de vida.


  • Divulgação

    14 No verão de 42 (1971)

    Herman Raucher

    O roteiro do filme Houve uma vez um verão fez tamanho sucesso que seu autor publicou no mesmo ano a história em um livro para os fãs.

    Sinopse 

    Hermy é um garoto que, apaixonando-se por uma mulher mais velha, nela encontra sua passagem da adolescência para a fase adulta. Tudo transcorre durante um verão em plena guerra mundial. Situações como amor, sexo, amizade e também a morte levam Hermy a compreender a si mesmo.

    A situação toda transcorre em tom de nostalgia, pois a história é narrada pelo mesmo Hermy adulto que, ao relembrar o passado, reflete sobre o efeito duradouro daquilo que vivera, e a narrativa mostra que ainda permanecem vivos os acontecimentos, as lições e as emoções da juventude.


  • Britus/iStock

    15 O vermelho e o negro (1830)

    Stendhal

    Principal obra de Henri-Marie Beyle, mais conhecido como Stendhal, é também uma das mais importantes da literatura francesa.

    Sinopse 

    Este romance conta a história de Julien Sorel, um jovem pobre e talentoso que, nos convulsivos anos de 1830, deixa para trás sua origem provinciana para circular entre as altas esferas da sociedade parisiense.

    Mas o passado é traço difícil de apagar. E tão fortes quanto a determinação de Julien são as paixões que o dominam: o jovem tenta sufocar lembranças pessoais e a admiração ardente que nutre por Napoleão, figura non grata nos salões burgueses da Restauração, mas o faz em vão.


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    16 Eugênia Grandet (1834)

    Honoré de Balzac

    Este é o primeiro grande romance de Honoré de Balzac, e faz parte de A comédia humana,  título pelo qual o autor francês decidiu chamar todo o conjunto de sua obra.

    Sinopse 

    Amor, dinheiro, ambição, mesquinhez, fé e resignação são os principais ingredientes das vidas dos personagens. Balzac revela-nos as mudanças sociais, econômicas e políticas, decorrentes da revolução francesa, pela nova burguesia e pela decadência da aristocracia.


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    17 Helena (1876)

    Machado de Assis

    Romancista, contista, poeta, jornalista e teatrólogo, Joaquim Maria Machado de Assis é um dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos. Escreveu também Dom Casmurro, Quincas Borba, Esaú e Jacó, entre muitos outros livros. Nova foto de divulgação do autor, que era negro, distribuída para reparar o racismo de sua época.

    Sinopse 

    Filha bastarda do conselheiro Vale a jovem e bela Helena é reconhecida por ele em testamento e passa a viver na mansão da família. Só então conhece Estácio apresentado a ela como seu irmão. Mas entre eles despertou o amor. E agora?


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    18 A escrava Isaura (1875) 

    Bernardo Guimarães

    A maior lembrança que temos desta história é a telenovela com Lucélia Santos. Sua música de abertura ainda é reconhecida. O Lê-rê lê-rê é inconfundível, mas não podemos esquecer o livro que deu origem a tudo isso.

    Sinopse 

    Escrita no auge da campanha abolicionista, a obra traz a história de Isaura. Filha de Miguel, um branco ex-feitor da fazenda, e de uma escrava negra, a bela jovem foi criada por sua senhora como a filha da família. No entanto, sua senhora morre e Isaura passa a ser perseguida por Leôncio, um homem cruel, sem caráter que nutre por ela uma paixão doentia.

     


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    19 O Guarani (1857)

    José de Alencar

    O história de amor do casal Ceci e Peri emocionou muitos leitores. O guarani, de José de Alencar (1829-1877), é um dos principais romances do autor sobre a cultura brasileira.

    Sinopse 

    Esta história de amor e de aventura se passa há quatrocentos anos, quando o Brasil ainda era uma colônia de Portugal. Num cenário que é um verdadeiro paraíso, próximo a matas verdejantes, vive Cecília, a linda heroína do romance, loira de olhos azuis. Filha de um fidalgo português, ela leva uma existência quase de princesa, protegida pela família. O herói do livro é Peri, um índio guarani alto, forte e bom. Ele tem adoração pela moça, e os dois são muito amigos. Mas uma série de acontecimentos coloca em perigo a vida de Cecília e de Peri.


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    20 O amante de Lady Chatterley

    D.H. Lawrence

    Este foi o último romance do autor. Em seu primeiro lançamento, em 1928, foi proibido na Inglaterra. Sua primeira edição oficial foi em 1960, quando a editora Penguin enfrentou processos de obscenidade para trazer o livro aos leitores que já não se escandalizavam com as descrições vivas e detalhadas dos encontros entre Constance Chatterley e Oliver Mellors. Uma sociedade em transição foi retratada nas palavras de Lawrence.

    Sinopse 

    Poucos meses depois de seu casamento, Constance Chatterley, uma garota criada numa família burguesa e liberal, vê seu marido partir rumo à guerra. O homem que ela recebe de volta está paralisado da cintura para baixo, e eles se recolhem na vasta propriedade rural dos Chatterley. Inteiramente devotado à sua carreira literária e depois aos negócios da família, Clifford vai aos poucos se distanciando da mulher. Isolada, Constance encontra companhia no guarda-caças Oliver Mellors, um ex-soldado que resolveu viver no isolamento após sucessivos fracassos amorosos.


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    21 Diário de uma paixão (1996)

    Nicholas Sparks

    Diário de uma paixão foi o primeiro romance publicado por Nicholas Sparks, e foi lançado no cinema em 2004. O livro o consagrou por todo o mundo e se tornou um novo clássico.

    Sinopse 

    A história começa no início de outubro de 1946 quando dois jovens, Noah Calhoun e Allison Nelson, se conhecem e se apaixonam perdidamente. Tudo parece perfeito, até que a família de Allie a impede de continuar a vê-lo devido à enorme diferença de classe social entre os jovens. Allie e Noah, lutam para levar uma vida normal, mesmo estando distantes. Até que um artigo de jornal muda tudo e reacende um amor há 14 anos adormecido.


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    22 Love Story – Uma história de amor (Dia dos Namorados de 1969)

    Erich Segal

    “Amar é jamais ter que pedir perdão”, frase dita pela personagem de Ali MacGraw no filme Love Story (1970), é marcante. Ali e Ryan O’Neal deram vida ao casal apaixonado no cinema, que foi o filme de maior sucesso daquele ano.

    Sinopse 

    Ele é Oliver Barrett IV, um atleta rico de uma família abastada para a qual bastam um diploma de Harvard e uma carreira em direito. Ela é Jenny Cavilleri, uma linda jovem da classe trabalhadora, que estuda música em Radcliffe. Opostos em quase todos os sentidos. Mas eles se apaixonaram. Essa é a história deles.


  • Divulgação

    Barbara Cartland

    A autora de doces romances 

    Se você procura um romance que no fim tudo dá certo, a dica é: leia um dos livros de Barbara Cartland. A autora eternizou seus romances de época, com Lordes, Condes e outros títulos nobres, e suas lindas jovens apaixonadas e ingênuas, mas que têm sempre um final feliz.

    A autora inglesa, que morreu em 2000, aos 98 anos, foi a mais bem-sucedida escritora de romances açucarados, que agradam muito uma enorme legião de fãs.

    Alguns títulos

    A criada misteriosa

    O Duque sem coração

    Amor, o maior tesouro etc.

     


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