Para ter uma renda na aposentadoria, quando deixar de trabalhar, você tem duas opções: contribuir com o INSS ou fazer um plano de previdência privada. Conheça abaixo as duas opções e descubra como se planejar pode ser importante!

1 . INSS

Se inscrever no INSS como trabalhador autônomo nas categorias de contribuinte individual, avulso ou facultativo. Porém, os empregados de empresas privadas, que trabalham com carteira assinada, são inscritos automaticamente pelo empregador. A inscrição (número do PIS ou NIT) é uma só para a vida toda. Pode ser feita a partir de 14 anos de idade em alguns casos de menor aprendiz de empresa privada. Ou pode ser feita a partir dos 16 anos de idade como trabalhador autônomo ou contribuinte facultativo.

2 . Previdência privada

Neste caso, você deve procurar uma instituição financeira/banco no qual tenha confiança, e procurar planos com boas rentabilidades. Além disso, vale a pena escolher um plano de previdência mais vantajoso considerando a forma como você paga o seu imposto de renda – Declaração completa ou simplificada (Clique aqui e entenda melhor essas duas modalidades). Isso porque, conforme as regras do imposto de renda, você pode deduzir os valores pagos nas contribuições para os planos de previdência do tipo PGBL do Imposto de Renda. Isso vale a pena para quem faz a declaração completa do IR e tem muitas deduções. As contribuições para o plano de previdência do tipo VGBL não são dedutíveis do imposto de renda. Por isso, se você faz a Declaração simplificada, este plano seria mais indicado, evitando perder o benefício do desconto do PGBL. Nas duas hipóteses você terá que arcar com contribuições mensais que não devem ser interrompidas. Portanto, planeje seu orçamento quando decidir começar a contribuir.

É bom destacar também que existem vários tipos de plano de previdência privada. Para te ajudar a escolher o ideal, o site da Caixa Seguradora disponibiliza uma ferramenta onde você pode fazer uma simulação antes de contratar o serviço, permitindo que você tenha um melhor planejamento a longo prazo.

Se você se interessou pela opção da previdência privada mas ainda tem dúvidas sobre o assunto, confira o vídeo da série Explica Aí! e descubra 6 coisas que você precisa saber sobre a previdência privada e como ela pode te ajudar a realizar os seus sonhos.

O que pode acontecer se eu deixar de pagar o INSS ou a previdência privada?

Deixar de pagar a contribuição do INSS resulta na perda dos benefícios e não há previsão de restituição do valor. No caso da previdência privada, as consequências de interromper os pagamentos devem ser informadas pela instituição escolhida previamente à contratação do plano: se há período de carência para direito de resgate; se há desconto de valor pelo resgate antecipado; se há hipóteses de suspensão temporária das contribuições; qual o impacto na formação da poupança para o pagamento da renda futura e todas as informações relativas às contribuições.

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Os empregados de empresas privadas, que trabalham com carteira assinada, têm o valor da contribuição para o INSS descontado mensalmente do salário. Esse desconto mensal deve estar descriminado no contracheque do trabalhador.

As regras para aposentadoria pelo INSS mudam conforme as necessidades das políticas públicas do país e a Reforma da Previdência ainda será pauta do próximo Governo. A idade mínima para se aposentar, o tempo mínimo de contribuição, os valores de contribuição, etc. Mas é importante saber que além da aposentadoria por idade e por tempo de contribuição, o INSS garante outras coberturas como aposentadorias por invalidez, salário-maternidade, auxílio doença e auxílio por acidente de trabalho, entre outros.

Além dessas duas opções, você pode dar uma ajudinha ou seu futuro juntando uma graninha adicional para torrar na terceira idade. Já guardou um dinheirinho para o futuro hoje?

Por Samasse Leal

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