Sabemos que anda difícil acreditar que o mundo ainda tem jeito, mas viemos mostrar que ainda é possível acreditar na bondade humana. Seja por meio de grandes gestos de solidariedade ou pequenos atos do dia a dia, todos nós podemos ter um impacto positivo na vida de alguém. Confira a seguir 14 histórias curtas e inspiradoras que vão te emocionar:

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1. O homem no supermercado

Quando a caixa do supermercado fechou a conta, o total ficou 12 dólares acima do que eu tinha na carteira. Comecei a retirar itens das sacolas, mas outro freguês me entregou uma nota de 20 dólares.

– Por favor, não precisa – recusei.

– Vou lhe contar uma história – disse ele. – Minha mãe está internada com câncer. Eu a visito todo dia e levo flores. Hoje de manhã, ela se zangou comigo por lhe comprar mais flores. E mandou que eu fizesse outra coisa com o dinheiro. Então, por favor, aceite. São as flores de minha mãe.

Leslie Wagner, Peel, Arkansas

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2. O vestido de minha neta

Vi num brechó um vestido que minha neta adoraria. Mas o dinheiro andava curto, e perguntei à dona da loja se ela o guardaria para mim.

– Posso comprar o vestido para você? – perguntou outra freguesa.

– Obrigada, mas não posso aceitar um presente desses – respondi.

Então ela me contou por que achava tão importante me ajudar. Ela passara três anos morando na rua e, se não fosse a bondade de desconhecidos, não teria conseguido sobreviver.

– Não moro mais na rua, mas prometi a mim mesma que retribuiria a bondade que tantos tiveram comigo.

Ela comprou o vestido e o único pagamento que aceitou em troca foi um abraço sincero.

Stacy Lee, Columbia, Maryland

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3. Alemães calorosos

Sou brasileira e estou morando há alguns meses na Alemanha. É claro que senti uma grande diferença entre as pessoas; os alemães são conhecidos pelo distanciamento natural que têm em relação a desconhecidos.

Certo dia, andando de bicicleta, minha roda ficou presa no trilho do bonde e sofri uma queda feia. Além de me machucar bastante, fiquei extremamente nervosa.

Uma família que passava – pai, mãe, filhos e avó – parou para ajudar. Ofereceram água, desentortaram a roda da bicicleta e a avó só soltou minha mão 20 minutos depois, quando teve certeza de que eu estava bem.

Bianca Richa, Berlim, Alemanha

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4. Amor à arte

Esqueci a proibição de líquidos na bagagem de mão e, quando cheguei à segurança no aeroporto, tive de abrir mão de todas as minhas tintas. Uma semana depois, quando voltei, um funcionário estava com elas na área de bagagens. Além de guardá-las para mim, ele procurou o dia e a hora do meu retorno para me encontrar.

Marilyn Kinsella, Canmore, Canadá