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Publicado em: 17 de abril de 2020

4 passos para aprender a lidar com a raiva causada pela dor crônica

Não é fácil ter que conviver com a dor, mas perder o controle também não resolverá nada. Veja como equilibrar suas emoções.

Imagem: Rawpixel/iStock

Devido ao desconforto incessante, ao tratamento que não é perfeito, à perda do sono e à falta de compreensão de entes queridos ou colegas, não é de admirar que a frustração seja a maior emoção negativa que pessoas com dor crônica costumam sentir. Se, além disso, sua raiva é agravada pela depressão, você tem probabilidade ainda maior de esquentar até ferver. Mas é possível lidar com a raiva nesses momentos tão conturbados.

Alguns pesquisadores sugerem que a raiva nas pessoas com dor crônica é pouco reconhecida, já que os pacientes negam seus sentimentos. Mas, por que isso importa? Porque a hostilidade fere os relacionamentos, aumenta o risco de problemas de saúde, como doenças cardíacas, e até mesmo intensifica a dor. Não compre a teoria de que o desabafo sem limites desanuvia o ambiente e o faz sentir-se melhor. Estudos mostram que, na realidade, expressar a raiva aumenta a hostilidade e a propensão a perder a cabeça no futuro. Veja algumas formas de reconhecer e pacificar suas paixões.

1. Domine seus fatores desencadeantes

As probabilidades são de que você tenda a ficar aborrecido, irritado ou irado em certas situações que se repetem. Pense nos fatores que desencadeiam sua raiva. Pode ser quando você está perto de determinadas pessoas, quando certos assuntos surgem nas conversas, quando você está ao volante ou de pé em uma fila.

Saber de antemão o que o perturba pode ajudar a evitar essas situações e levá-lo a pensar sobre o motivo de lhe parecerem tão exasperantes. Em muitos casos, apenas compreender melhor a raiva já ajuda a abrandá-la.

2. Dê um passo atrás

O antigo conselho sobre contar até dez faz sentido, porque mesmo um breve intervalo na irritação lhe dá uma chance de analisar sua raiva. Por que você está contrariado? Seus ressentimentos são justificados? A questão é mesmo importante? Sua reação é apropriada? Você supõe que outras pessoas o estão insultando ou tentando obter vantagens de você? Caso você se colocasse no lugar da outra pessoa, a situação seria a mesma? Desafiar suas avaliações pode ajudá-lo a ver situações exasperantes sob um ponto de vista mais compreensivo e menos hostil.

3. Ganhe “perdendo”

Discussões ocasionais e de pequena importância podem crescer até tomar as dimensões de uma briga só porque ninguém cede. Os especialistas dizem que, com a mesma rapidez, você pode acabar com um conflito fazendo o inesperado: concordando com algo que a outra pessoa diz. Não é preciso ceder totalmente. Apenas selecione um ponto que você admite ser verdadeiro. Se a outra pessoa disser “Sua mãe me deixa maluco”, diga “Ela tem seus momentos, não é mesmo?” Sua resposta positiva (ou pelo menos neutra) estabelece um tom positivo para o resto da conversação.

4. Seja direto

Pode valer a pena expressar alguma raiva se isto fizer uma diferença positiva e a questão for importante o suficiente. Mas isso não significa que você deva sair atirando em todas as direções. Se alguém o ofendeu ou está fazendo algo de que você não gosta, comece com uma afirmação simples, específica e óbvia que se concentra em você, e não na outra pessoa. Por exemplo, se alguém o interrompe persistentemente, não diga: “Você continua se intrometendo.” Diga: “Com licença, eu gostaria de terminar o que estou dizendo.”

Com atitudes simples é possível mudar a convivência entre você e sua família e entre você e a dor. O autocontrole e a sua maneira de lidar com a raiva podem te trazer mais qualidade de vida.

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