Todos os dias cientistas e pesquisadores fazem novas descobertas incríveis. Confira 7 novas descobertas do mundo da medicina e surpreenda-se!

1 – A bagunça pode causar angústia

Se você não arruma regularmente suas coisas e não descarta ou doa o que não quer mais, o excesso de pertences pode destruir seu bem-estar, indica uma pesquisa publicada na revista Current Psychology. Os problemas sociais e emocionais causados por uma casa entulhada – sensação de sobrecarga, depressão, tensões familiares – tendem a aumentar com a idade. E, entre os mais velhos, essas questões estavam associadas à redução geral da satisfação com a vida. Não há problema em ter algumas posses, disse o autor do estudo, mas se você tem dificuldade de se separar de qualquer coisa, experimente centrar sua noção de estar “em casa” nas pessoas importantes de sua vida.

2 – Adoçantes artificiais: nem bem nem mal (ainda)

Do aspartame à sucralose e à estévia, os substitutos do açúcar são muito usados por quem se preocupa com a saúde, mas seu efeito sobre o bem-estar, caso exista, é obscuro. Para ajudar a Organização Mundial da Saúde a preparar orientações para esses produtos, pesquisadores europeus revisaram 56 estudos anteriores que comparavam pessoas com diversos níveis de ingestão de adoçantes. Em geral, parecia haver poucas diferenças notáveis na saúde dos dois grupos e não eram convincentes as provas de que as alternativas ao açúcar ajudassem a emagrecer.

No entanto, muitos estudos até agora foram mal projetados, são pequenos, de curta duração ou potencialmente tendenciosos, e futuras pesquisas podem trazer algo novo à luz.

3 – Quando a quimioterapia não vale a pena no câncer de mama

Um novo estudo descobriu que cerca de 70% das mulheres com o tipo mais comum de câncer de mama em estágio inicial provavelmente não precisam de quimioterapia após a cirurgia. Um exame de expressão gênica examinou os tumores de mais de dez mil mulheres com câncer de mama positivo para receptores de hormônios e negativo para HER-2 que não se espalhou pelos nódulos linfáticos. O exame atribuiu a cada mulher uma “pontuação de recorrência” de 0 a 100; quanto mais alta, maior a probabilidade de retorno do câncer. Entre as mulheres com nota 11 a 25, as que receberam terapia hormonal (o tratamento mais comum) tiveram taxas de sobrevida e recidiva quase idênticas às que também receberam quimioterapia. A única exceção: as mulheres com 50 anos ou menos e pontuação entre 16 e 25 realmente se beneficiaram da quimioterapia.

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4 – A vacina contra a gripe pode salvar a vida de quem tem insuficiência cardíaca

Precisa de outro motivo para se vacinar contra a gripe? De acordo com uma análise de dados de mais de 78.000 pacientes com insuficiência cardíaca, a vacina sazonal contra a gripe foi associada à queda de 50% do risco de morte (por qualquer causa) durante a temporada de gripe e à queda de 20% do risco de morte no restante do ano. De acordo com o principal autor do estudo, sabe-se que os pacientes com insuficiência cardíaca têm risco elevado de morrer de gripe, e faz sentido que a vacinação ajude. A vacina também foi vinculada à redução de 22% do risco de ser internado por problemas cardíacos.

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5 – Sono insuficiente ligado à desidratação

Num estudo da Universidade do Estado da Pensilvânia, nos EUA, com mais de vinte mil participantes, quem disse que só dorme regularmente seis horas por noite corria risco mais alto de hidratação inadequada do que quem dormia oito horas. O motivo pode ser um hormônio chamado vasopressina, que ajuda a regular o nível de fluidos do corpo. Ele é liberado em volume maior no fim do ciclo do sono; portanto, quem dorme menos pode não ter a quantidade ótima dele. “Se estiver com o sono atrasado”, disse Asher Rosinger, o principal autor, “e sentir fadiga, irritabilidade ou mau humor, beba mais água.”

Quer fugir desse problema? Veja como ter uma noite de sono perfeita!

6 – Muita fome nos deixa irritados

Se você já teve “raiva de fome” – isto é, tanta fome que fica com raiva –, vai gostar de saber que os cientistas começaram a estudar as causas dessa situação desagradável e a recomendar soluções. Para diagnosticar o problema, pesquisadores do campus de Chapel Hill da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, pediram a participantes com vários níveis de fome que escrevessem um texto sobre suas emoções ou sobre um dia comum. Em seguida, pediram que olhassem círculos num computador preparado para parar de funcionar. O experimentador então culparia os participantes pela queda do programa.

Acontece que as pessoas que escreveram textos sobre as emoções (e, portanto, estavam concentradas em seus sentimentos) ficaram menos estressadas ou raivosas ao serem injustamente culpadas pelo problema do computador, mesmo que estivessem com fome.

A lição: ter consciência do estado emocional reduz a probabilidade de que a fome arruíne seu humor. O treinamento em atenção plena pode ajudar. É claro que comer também.

7 – Novos remédios promissores no tratamento da queda de cabelo

Pesquisadores da Universidade de Manchester, descobriram que um medicamento que trata perda óssea também ajuda a tratar perda de cabelo. O medicamento é o WAY-316606; ele suprime a atividade de uma proteína fundamental para regular o crescimento de muitos tipos de tecido. Em laboratório, os pesquisadores extraíram folículos de homens que fizeram transplante de cabelo e trataram as amostras com a substância. Em apenas dois dias, o fármaco estimulou seu crescimento. É necessário um estudo clínico para verificar se o tratamento é seguro e eficaz quando usado em cabelo ainda preso ao couro cabeludo, mas os especialistas estão empolgados com a possibilidade de um novo medicamento, pois os tratamentos existentes para a queda de cabelo não funcionam com todo mundo.

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