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Publicado em: 16 de julho de 2020

Hábitos saudáveis reduzem em até 38% as chances de declínio cognitivo

Pesquisadores apontam que ter uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos e exercícios que estimulem a memória, ajuda a reduzir o declínio cognitivo.

Imagem: Lordn/Istock

Se você é o tipo de pessoa que precisa de motivação diária para ter hábitos saudáveis, como comer direito e fazer exercício, lembre-se disto: esses hábitos não apenas mantêm o seu corpo em forma, mas também preservam a memória e a clareza mental.

Pesquisadores do Instituto Rush para o Envelhecimento Saudável, de Chicago, descobriram que pessoas com mais de 65 anos que consumiam diariamente quatro ou mais porções de verduras e legumes retardaram o declínio cognitivo em 38%. Os mesmos pesquisadores constataram que comer peixe pelo menos uma vez por semana reduz o risco de doença de Alzheimer em até 60%.

Um estudo com quase 19 mil mulheres constatou que as mais ativas tinham menor probabilidade de apresentar sinais de perda de memória ou confusão mental. Estudar, ler e outros desafios mentais também estão relacionados a um risco mais baixo de demência. O mesmo é verdadeiro para a forma de lidar com o estresse emocional.

Precisa de mais motivação para ter hábitos saudáveis?

dragana991/iStock

Em um estudo recente, pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) pediram que um grupo de voluntários seguisse uma alimentação saudável, fizesse exercícios físicos e exercícios para estímulo mental e para a memória, além de praticar técnicas de redução de estresse.

Duas semanas depois, os participantes melhoraram sua pontuação em testes com palavras, e suas ressonâncias magnéticas mostraram que seu cérebro estava funcionando de forma mais eficaz. O autor principal do projeto, Dr. Gary W. Small, diretor do Centro de Envelhecimento da UCLA, conclui: “Um estilo de vida saudável tem um impacto positivo.”

Prevenção: coopere com o seu médico

médico e paciente
shironosov/iStock

Nos consultórios médicos, dá-se pouca atenção à prevenção, portanto cabe a você trazê-la à tona.

“O sistema de saúde está focado no tratamento de doenças depois que elas se manifestam – tratamento que às vezes chega tarde demais”, declara o Dr. Howard Koh, professor e reitor adjunto de políticas de saúde pública da Faculdade de Saúde Pública de Harvard.  “Não há ênfase suficiente na prevenção de doenças.”

Os médicos da nossa pesquisa concordam plenamente com essa opinião. Estudos mostram que muitos médicos não orientam os pacientes sobre as formas mais óbvias de prevenção, como dizer a um paciente com sobrepeso que ele deve emagrecer ou encorajar pacientes fumantes a parar de fumar.

A verdade é que os médicos são pagos para tratar de doentes – e é isso o que eles aprenderam a fazer. Mesmo que quisessem dar conselhos preventivos – e muitos querem –, as consultas ultrarrápidas simplesmente não permitem isso. Assim, cabe parcialmente a você certificar-se de que seu médico se preocupe com prevenção.

Um grama de prevenção vale um quilo do tratamento

Sempre que você for ao consultório do seu médico você deve levar uma lista de perguntas ou problemas a discutir, e as questões de prevenção devem estar entre eles e em destaque. Exponha as suas preocupações logo no início da consulta; nunca espere o fim do atendimento para começar a fazer perguntas. Médicos ocupados ficam frustrados com pacientes que dizem “aliás, doutor”, com um pé já do lado de fora da porta.

Se já estiver convivendo com uma doença crônica, seu médico passa a maior parte da consulta discutindo medicamentos e outros tratamentos. Se não houver tempo para falar sobre exercícios, alimentação ou outras medidas preventivas que você poderia tomar, marque outra consulta somente para discutir as medidas preventivas. 

Torne a prevenção o personagem principal. “A prevenção não é um luxo”, comenta o cientista Dr. Paul Talalay, assinalando que as taxas da maioria das doenças crônicas estão subindo rapidamente e podem provocar uma crise no sistema de saúde em um futuro não tão distante.

Lembre-se, no entanto, de que a prevenção é principalmente o que você faz fora do consultório médico – o que você prepara para o jantar, quanto tempo passa sentado na frente da televisão, se é uma pessoa alegre ou mal-humorada.

E fica a seu critério tomar as decisões adequadas. Conforme um dos médicos da Pesquisa sobre Prevenção de Doenças aconselhou: “Não espere simplesmente que os profissionais de saúde corrijam seus problemas de saúde depois que eles se tornarem óbvios.” Outro observou: “Ninguém melhor para evitar a doença dos pacientes que os próprios pacientes!”

O velho clichê é verdadeiro – um grama de prevenção vale um quilo do tratamento.

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