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Publicado em: 12 de março de 2020

Conheça 13 benefícios incríveis da música para a sua saúde

A ciência prova que os efeitos são verdadeiros.

Imagem: Ilustrado por Serge Bloch/Revista Seleções

Você já parou para pensar que quando você ouve suas músicas preferidas corre um friozinho e, às vezes, um arrepio? Uma canção lenta, por exemplo, pode acalmar e relaxar, mas o rock pode ajudar nos exercícios físicos. Descubra agora como a música pode mudar sua vida e conheça 13 benefícios que a música lhe traz!

1 . Escutar música alegre no trabalho...

...ajuda a terminar as tarefas mais depressa, principalmente quando estas são repetitivas, como ler e-mails ou arquivar documentos. Um estudo mostrou que a exatidão e a eficiência dos cirurgiões melhoraram quando trabalharam com a música de sua escolha ao fundo. Pesquisadores da Universidade Cornell também descobriram que canções alegres ajudam os trabalhadores a cooperar e tomar decisões em grupo que contribuem para o bem da equipe.

2 . A música reduz o nível de cortisol...

...o hormônio do estresse, tão bem quanto uma massagem terapêutica, de acordo com um pequeno estudo de 2010. Os cientistas dividiram aleatoriamente os pacientes ansiosos: um grupo ouviu música durante a massagem, o outro ficou deitado numa sala na penumbra; também ouvindo uma canção. Três meses depois, os que só ouviram a melodia tiveram a mesma queda da ansiedade dos que também receberam a massagem.

3 . Já se demonstrou que ouvir música antes da cirurgia...

...alivia a ansiedade e limita a necessidade de sedativos. Depois da cirurgia, ela ajuda a reduzir a dor. Uma análise de 73 estudos publicados na revista Lancet em 2015 confirmou que escutar música antes, durante e depois da cirurgia baixa o nível de dor e ansiedade, o que significa menos analgésicos.

4 . As pessoas encontram soluções mais criativas quando escutam música alegre...

...e animada do que se ficarem sentadas em silêncio, de acordo com pesquisadores dos Países Baixos e da Austrália. Pode ser que a melodia melhore a flexibilidade do cérebro ou nos relaxe o suficiente para deixar a criatividade fluir. Mas não toque a música em volume alto demais; ao mesmo tempo, a pesquisa também constatou que o volume moderado permite mais criatividade.

5 . Quando escuta música...

... seu cérebro libera dopamina, o mesmo neurotransmissor liberado logo que se come chocolate, faz sexo ou usa cocaína. Ele também está associado à paixão. Um pequeno estudo verificou que a expectativa de saber que a melhor parte da canção está chegando aumenta o nível da dopamina.

6 . Se estiver correndo, pedalando ou caminhando...

...você irá mais longe se puser música para tocar, dizem os estudos. A canção nos distrai do desconforto e nos motiva a manter o ritmo. O efeito é tão profundo que o autor de uma revisão de 2012 sobre o efeito psicológico da música sobre o exercício referiu-se à melodia como “um tipo de droga legal para melhorar o desempenho”.

7 . Aquele surto de energia que temos...

...quando ouvimos nossa canção animada preferida é verdadeiro. Num estudo, os rapazes observados fazendo agachamentos enquanto escutavam uma canção favorita tiveram mais explosão e fizeram as repetições com mais velocidade do que os que se exercitavam em silêncio. As pessoas também correm mais e sustentam grandes pesos por mais tempo quando ouvem música.

8 . Ouvir música antes de dormir... 

...ajuda a adormecer mais depressa, a acordar menos vezes durante a noite e a se sentir mais descansado pela manhã, de acordo com a Fundação Nacional do Sono dos EUA. Num estudo realizado em Taiwan, idosos com dificuldade de dormir que escutaram minutos de música lenta e suave antes de se deitar relataram melhora de 35% da duração do sono e menos disfunção durante o dia.

9 . A música foi usada como tratamento por séculos...

...e hoje estamos descobrindo por que dá certo. A última metanálise de 400 estudos constata que escutar música promove no organismo a produção tanto de um anticorpo (a imunoglobulina A) que ataca vírus e bactérias, quanto de “células assassinas” naturais que matam vírus invasores e células cancerosas.

Veja também nosso post sobre medicina musical!

10 . O tempo voa...

...quando ouvimos ouvimos uma canção: os cientistas demonstraram várias vezes que, de fato, as pessoas acham a espera mais curta quando há uma melodia tocando. Decerto os varejistas usam isso em seu benefício e tocam música para você ficar mais tempo na loja; e gastar mais. Por exemplo, vende-se mais comida e bebida em bares e restaurantes quando há música tocando (principalmente canções lentas). Além disso, a venda nos supermercados aumenta 38% quando a melodia de fundo é lenta.

11 . Escutar música alegre...

...faz os vasos sanguíneos se expandirem. Isto é, aumenta o fluxo de sangue e melhora a saúde cardiovascular, descobriu um estudo da Universidade de Maryland. O diâmetro médio dos vasos sanguíneos da parte superior do braço dos participantes do estudo aumentou 26% depois de ouvirem música alegre. Uma revisão de 26 estudos, com quase 1.400 pacientes, constatou que a música reduziu o ritmo cardíaco; além disso, também a pressão arterial e a ansiedade.

12 . Num estudo, adultos que se concentraram em melodias da infância...

...enquanto recebiam choques elétricos seguros tiveram, no total, 17% de redução da dor. Igualmente outros estudos mostram que a música pode reduzir a dor de pacientes com câncer e fibromialgia. Também dá certo com crianças: as que ouviram música calmante e/ou animada durante a inserção da agulha do soro relataram menos dor e angústia quando comparadas às que passaram pelo procedimento em silêncio, de acordo com um estudo da revista JAMA Pediatrics.

13 . Talvez você tenha ouvido falar de pacientes com doença de Alzheimer...

...que se animam quando ouvem uma melodia de seu passado. Estudos mostram que a canção os ajuda a recuperar lembranças, comunicar-se com mais eficácia e se lembrar de quem são. Ao passo que o canto é ainda mais poderoso; pesquisadores da Universidade George Mason demonstraram que pacientes com Alzheimer que entoam regularmente suas canções favoritas podem melhorar a função cognitiva com o tempo.

Saiba mais sobre a doença de Alzheimer clicando aqui.

Conheça certos hábitos que estimulam a função cognitiva.

POR MICHELLE CROUCH

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