Os benefícios surpreendentes dos probióticos

Descubra o que os probióticos podem fazer de bom para a sua saúde e quais as melhores fontes dessas bactérias "boas" que vivem no intestino.

Redação | 18 de Junho de 2019 às 17:00

Derkien/iStock -

Com certeza você já ouviu falar nos probióticos. As bactérias “boas” encontradas em iogurte, queijos curados e suplementos ajudam a aliviar problemas digestivos como diarreia e síndrome do intestino irritável. Porém, pesquisadores de diversas partes do mundo acham que os bichinhos também podem melhorar a saúde de outras maneiras.

Continue lendo e saiba onde encontrar e quais são os outros possíveis benefícios dos probióticos.

As fontes mais inteligentes

Alimentos naturais

Muitas das bactérias mais benéficas surgem no iogurte naturalmente com “culturas ativas vivas”; mas também em alimentos fermentados, inclusive outros laticínios fermentados e produtos à base de soja, como tempê e missô.

Suplementos específicos

Os comprimidos de probióticos contêm mais quantidade de bactérias boas do que os alimentos, explica Eric L. Ding, Ph.D. e nutricionista da Escola Médica de Harvard, nos EUA. A dose varia de acordo com a cepa; pergunte ao seu médico se a suplementação é necessária e qual seria a melhor cepa para você.

Benefícios inesperados dos probióticos

Coração mais saudável

Recentemente, pesquisadores canadenses descobriram que quem tinha colesterol alto e tomava iogurte com Lactobacillus reuteri teve o nível de LDL, o colesterol “ruim”, reduzido em quase 9% em seis semanas.

Menos ansiedade

Quem tomou durante 30 dias suplementos contendo cepas específicas de Lactobacillus e Bifidobacterium longum ficou menos estressado, de acordo com um estudo da publicação britânica Journal of Nutrition.

Dentes e gengivas mais limpos

Uma revisão feita em 2011 verificou que os probióticos Lactobacillus reuteri e Bifidobacterium conseguem reduzir algumas cepas de bactérias prejudiciais que provocam cárie e gengivite.

Menos tosse e resfriados

Tomar suplementos com probióticos reduziu em 12% o número de infecções do trato respiratório superior e diminuiu o número de pessoas que tiveram pelo menos um resfriado forte, de acordo com uma análise de dez estudos em 2011.

Por SARA ALTSHUL