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Publicado em: 1 de janeiro de 2022

10 curiosidades sobre o balão de ar quente

Confira esses fatos interessantes sobre o veículo aéreo mais antigo da história

Imagem: jakkapan21/iStock

Ao longo da história da humanidade, muitos artefatos impressionantes foram criados. Olhando para os meios de transporte, alguns diriam que o destaque vai para o carro, automóvel moderno. Enquanto isso, há aqueles que dizem que os maiores veículos já inventados foram o trem ou ainda, o avião. Contudo, saiba que, em termos de idade, ninguém vence o balão de ar quente.

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Esse gigante dos ares é o transporte aéreo mais antigo que existe, tendo o primeiro voo ocorrido no século XVIII. Apesar de não ser tão popular quanto os outros meios citados, a magia de voar em balão de ar quente ainda encanta muitas pessoas ao redor do mundo. A seguir, confira 10 curiosidades sobre ele.

1. O primeiro balão de ar quente

Em 1783, os irmãos Joseph-Michel e Jacques-Etienne Montgolfier lançaram um balão não tripulado de 225 quilos em Annonay, na França, que ficou cerca de dez minutos no ar. O rei Luís XVI quis uma demonstração. Assim, os irmãos mandaram para o céu uma ovelha, um pato e um galo, enquanto o rei, a rainha Maria Antonieta e 130 mil espectadores assistiam ao voo histórico sobre Versalhes. Os animais pousaram ilesos. 

2. O berço do balonismo

A França se tornou o epicentro do balonismo, e os americanos em Paris embarcaram na onda. “A partir de hoje, os viajantes podem passar de país em país nas asas do vento”, escreveu o diplomata John Jay, que fez um pausa na negociação do Tratado de Paris para assistir a um voo. 

3. O maior evento de balonismo do mundo

Esse grande evento acontece em Albuquerque, nos Estados Unidos. E o Mondial Air Ballons, realizado de dois em dois anos em Lorena, na França, quebrou o recorde em 2017 quando cerca de 450 balões subiram em menos de uma hora. O Mondial começou em 1989 para comemorar o bicentenário da Revolução Francesa. 

4. Um erro cinematográfico

Uma gafe balonística ocorreu em O mágico de Oz. No fim do filme, quando Dorothy embarca de volta para casa no estado do Kansas, o texto no balão de ar quente diz “State Fair Omaha” – Feira Estadual de Omaha –, que fica no estado de Nebraska. 

interior de um balão de ar quente
Além de impressionantes, os balões de ar quente são lindos de ser ver. (Imagem: DedMityay/iStock)

5. Balões de ar quente e champanhe

Tradição borbulhante: Na França do século 19, os balões apavoravam os moradores. Assim, os pilotos passaram a levar champanhe a fim de acalmar as pessoas quando pousassem.

6. Um pouso inusitado

Avancemos para a manhã de um domingo de junho de 2019, quando o balonista americano Mark Stodolski pousou inesperadamente numa propriedade privada em Massachusetts. “Ah, o senhor se incomoda?”, perguntou Stodolski ao surpreso proprietário. “Não, tudo bem”, foi a resposta. Então Stodolski entregou uma garrafa de espumante ao homem, que então voltou para a cama.

7. Como eles são construídos?

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O envelope, ou seja, o balão propriamente dito com cerca de 25 metros de altura, é feito de náilon ou poliéster resistente ao calor e é parcialmente cheio de ar antes do voo. Na hora da partida, o ar é aquecido por queimadores de propano presos abaixo da boca do balão.

8. Um balão de ar quente percorre longas distâncias

Os recordes em distância dos balões são extraordinários, porque é muito difícil manobrá-los. O vento a 30 metros de altitude pode ir para leste e, a 60 metros, para oeste. Assim, é preciso subir e descer até encontrar o vento desejado.

9. Recorde de altitude 

A altitude máxima em que já se voou num balão de ar quente foi 21 mil metros, quase o dobro da altitude de cruzeiro dos aviões comerciais; Vijaypat Singhania, da Índia, estabeleceu esse recorde em 2005. Nessa altura, é preciso usar máscara de oxigênio.

10. Outro primeiro lugar

Em 17 de janeiro de 1991, o empresário britânico Richard Branson e o engenheiro sueco Per Lindstrand foram os primeiros a atravessar o Pacífico num balão de ar quente. Eles partiram do Japão, viajaram mais de 7.500 quilômetros em cerca de 46 horas e pousaram num lago congelado em Yukon, no Canadá.

 Por Jen McCaffery 

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